quinta-feira, 31 de março de 2011

Valéria macedo na AL, em defesa dos agentes comunitários.

A Assembleia Legislativa realizará no próximo dia 27 de abril (quarta-feira), através da Comissão de Saúde, audiência pública para discutir melhorias para os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias do Estado. A decisão foi anunciada nesta manhã (quarta-feira, 30) durante uma reunião da comissão.


Um anteprojeto de lei encaminhado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Controle de Endemias de Imperatriz (Sintracei), que dispõe sobre gratificações para a categoria, despontou a discussão sobre o assunto.


Na justificativa do anteprojeto de lei, o Sintracei explicou que os gastos do SUS devem ser divididos entre a União, os Estados e os municípios. Os municípios, entes aos quais os agentes estão diretamente ligados, alegam que não podem aumentar a remuneração dos agentes porque o Estado não está cumprindo a contento o seu papel.


Com o objetivo de solucionar o problema, o sindicato propõe que o fundo estadual de saúde repasse aos fundos municipais o equivalente a 30% das despesas com a remuneração dos agentes comunitários e de combate às endemias.


Diante do exposto, a comissão decidiu mediar as negociações entre os agentes e a Secretaria de Estado da Saúde do com o objetivo de chegar a um acordo viável para as duas partes.


O presidente da Comissão, Dr. Pádua (PP), destacou a importância do trabalho desenvolvido pelos agentes comunitários para evitar epidemias no Estado, destacando principalmente o empenho no combate à dengue.


A deputada Valéria Macedo (PDT) também reforçou a importância dos agentes comunitários para o equilíbrio da saúde pública. “Nada mais justo que proporcionar a esta categoria essa audiência pública”, declarou.


A reunião que deliberou a audiência pública contou com a participação dos deputados Dr. Pádua (PP-presidente); Valéria Macedo (PDT-vice-presidente); Carlinhos Florêncio (PHS); Vianey Bringel (PMDB); e Antônio Pereira (DEM).

Valéria Macêdo pede implantação de agência bancária em Sítio Novo

Assembleia


A deputada Valéria Macêdo (PDT) protocolou nesta quarta-feira, 30, indicação na Mesa Diretora da Assembleia, pedindo que o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, José Avelar Lopes, adote breves medidas legais e administrativas necessárias, para implantar de uma agência do Banco do Brasil no município de Sítio Novo.


Para Valéria, a implantação da agência em Sítio Novo beneficiará diretamente uma população estimada pelo IBGE em 15.549 habitantes. Segundo ela, o Banco vai beneficiar a população com o pagamento de funcionalismo público, feito em outras instituições financeiras de municípios vizinhos.


“O BB facilitará, também, a transferência de recursos financeiros entre instituições, oriundos, principalmente, de transações comerciais. O Banco viabilizará, também, o desenvolvimento a região, com liberação de linhas de créditos a pequenos produtores rurais e comerciantes, atividades bastante expressivas em Sítio Novo”, afirma Valéria Macêdo.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Deputados recebem representantes de professores

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado César Pires (DEM), vai tentar agendar uma reunião entre o governo do Estado e o Sindicato dos Professores (Sinproesemma) com o objetivo de dar fim à greve que paralisa as aulas nas escolas públicas há 29 dias. Este foi um dos pontos deliberados na reunião realizada hoje (terça-feira, 29), na Presidência da Assembleia, com a presença de deputados e professores.


A reunião, conduzida pelo 1 º vice-presidente da Assembleia, deputado Marcos Caldas (PRB), contou com a presença de 10 professores, representando o Sinproesemma e a base da categoria, e os seguintes deputados: César Pires, Rubens Junior (PCdoB), Cleide Coutinho (PSDB), Bira do Pindaré (PT), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), André Fufuca (PSDB), Marcelo Tavares (PSB), Eduardo Braide (PMN), Neto Evangelista (PSDB), Roberto Costa (PMDB), Valéria Macedo (PDT) e Edilázio Junior (PV).


Os parlamentares tiveram a oportunidade de ouvir esclarecimentos dos representantes dos professores sobre os motivos que os levaram à greve que já dura 29 dias. O presidente do Sinproessema, Julio Pereira, explicou que não se trata de uma mobilização irresponsável para prejudicar ninguém, mas a paralisação foi a última opção dos professores diante da falta de consenso com o governo em atender a pauta de reivindicação.


CAUSA DO IMPASSE


O professor Marcelo Pinto informou as causas do impasse com o governo. Segundo ele, há necessidade de a governadora encaminhar para a Assembleia projeto de um novo Estatuto do Magistério, com as devidas adequações. Uma delas é a tabela salarial, cujo percentual de reajuste proposto pelos professores não conta com a aprovação do governo.


De acordo com Marcelo, o governo apresentou como proposta 10% de reajuste salarial aos professores a partir de outubro de 2011 e o sindicato rejeitou. Dentre as reivindicações dos professores está a progressão na carreira e a titularização, ou seja, a valorização salarial daqueles que têm títulos de especialização, mestrado ou doutorado.


POSIÇÃO DOS DEPUTADOS


Durante a reunião, manifestaram-se deputados da base do governo e oposicionistas. Todos aceitaram a proposta do deputado César Pires de tentar abrir um canal de diálogo entre grevistas e o governo. César se propôs a conversar com a secretária Olga Simão (Educação) para que esta compareça à Assembleia para negociar com as lideranças.


O líder da oposição, Marcelo Tavares, disse que os deputados do bloco de oposição já analisam a possibilidade de convocar a secretária Olga Simão para comparecer à Assembleia, já que houve recusa a um convite anterior. Marcelo e os demais oposicionistas aprovaram a proposta de César Pires de tentar marcar uma reunião entre a representante do governo e os professores, mas desde que o local do encontro seja a Assembleia.


A proposta de realização de uma audiência pública sobre a greve chegou a ser cogitada pelo deputado Rubens Junior, mas não ganhou apoio dos deputados do governo. O deputado Bira do Pindaré sugeriu que o presidente da Comissão de Educação agende uma reunião com a governadora Roseana Sarney (PMDB) para que nela estejam presentes as lideranças do movimento e um grupo de deputados. “Precisamos chegar a um consenso”.


Ao se manifestar, o deputado Roberto Costa pediu que a mobilização dos professores não seja partidarizada , lembrando que a situação está se agravando e que os maiores prejudicados são cerca de 500 mil alunos das escolas públicas do estado. Ele disse que não é contra a greve, mas que deve ser observada a limitação orçamentária do Estado para atender as reivindicações dos professores.


O mesmo posicionamento foi compartilhado pelo deputado Eduardo Braide (PMN), que também acha a reivindicação justa, mas tem que se levar em conta a possibilidade financeira do governo.

Ao finalizar a reunião, o deputado Marcos Caldas informou aos professores que a Assembleia Legislativa está de portas abertas a todas as categorias e que vai atuar de forma incisiva na busca por um acordo que dê fim à greve e atenda as duas partes.


Sobre o fato de efetivo da Polícia Militar ter tentado impedir o acesso dos professores à sede do Legislativo na manhã de hoje, Marcos Caldas esclareceu que o pedido para intervenção da PM não partiu do Legislativo. Pela liderança do governo, o deputado Roberto Costa informou que a solicitação do efetivo da PM também não foi feita pelo Executivo.

Deputada Valéria Macedo agradece a governadora Roseana pela proposta de instalação do curso de medicina na região tocantina.

Em uma de suas primeiras ações, assim que tomou posse como deputada estadual, na Assembléia Legislativa do Maranhão, a deputada estadual Valéria Macedo (PDT) fez indicação formal para que a governadora Roseana Sarney envidasse esforços políticos e administrativos para instalação de um curso de medicina em Imperatriz na própria UEMA ou no Centro de Ciências Sociais, Saúde e Tecnologia – CCSST, da UFMA.

Através da indicação formal aprovada pela Mesa Diretora, Valéria disse à governadora Roseana Sarney que a implantação do Curso de Medicina beneficiará uma população regional de cerca de 1 milhão de habitantes nas regiões sul e centro do estado, o que possibilitará finalmente a consolidação de Imperatriz como pólo universitário no sul do Maranhão.

A deputada pedetista afirmou ainda vque em discutindo essa questão com os setores da saúde em Imperatriz e região, conversando com autoridades acadêmicas da UEMA e da UFMA, ressaltando que “o curso de medicina é uma necessidade e um desejo da população das regiões sul e centro do estado”.

A governadora Roseana Sarney se sensibilizou com a indicação e na sua primeira viagem de trabalho a Brasília apresentou a demanda ao Ministro da Educação Fernando Haddad, o qual se comprometeu em adotar as medidas necessárias à implantação do curso no Campus da UFMA.

“Imperatriz firma-se hoje como um grande pólo educacional de uma grande região que envolve até os estados do Pará e do Tocantins e ressente-se muito pela falta de um curso de medicina. A oferta de médicos nas regiões centro-sul e demasiadamente precária e muito cara para os municípios”, disse Valéria, agradecendo a atuação da governadora Roseana junto ao ministério da educação. “A ação da governadora demonstra que ela agora vai nos ajudar a realização esse desejo dos jovens e da população”.

Acrescentando que “na medida em que médicos forem formados numa faculdade pública em Imperatriz, no médio prazo, melhorará a prestação de serviços dos sistemas de saúde pública da região e os custos ficarão mais baixos”.

O prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, elogiou a atitude da deputada em lembrar dessa dificuldade que considera um dos gargalos da saúde pública da região e agradeceu a governadora por conseguir aprovar esse pleito junto ao governo federal.

“Levantamento divulgado este ano pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 58,1% da população apontam a falta de médicos como o maior problema do Sistema Único de Saúde (SUS) e nós aqui em Imperatriz sabemos muito bem o que é isso, pois muitas vezes temos que chamar profissionais de outras regiões do país, a um custo altíssimo, para poder atender minimamente uma população de 3 estados. Portanto quero elogiar a indicação da deputada Valéria em levantar essa reivindicação do assunto na Assembléia solicitando à governadora que por sua vez, sempre sensível ás reivindicações da nossa região levou ao ministro da Educação esse importante pleito que foi prontamente atendido”, disse Madeira agradecendo à governadora Roseana e ao ministro Haddad por este benefício que vai atender não apenas Imperatriz, mas uma grande região.

A instalação de um curso de medicina é uma antiga necessidade da população e região, mas nunca tinha sido tratado com a propriedade como está sendo tratado agora.

Vários deputados e políticos agora endossam a indicação de Valéria Macedo, inclusive o prefeito Madeira, os deputados Dr. Pádua e Antonio Pereira, Carlos Amorim, Léo Cunha e o deputado federal Hélio Santos acompanha a questão em Brasília. E se comprometeu com Valéria a envidar todos os esforços para ajudar nesta conquista.

Depois da indicação, o fundamental mesmo é o fato de a governadora Roseana ter acolhido a bandeira e a ter levado para o governo federal.

“Com a governadora a frente dessa bandeira estou confiante que teremos um curso de medicina em Imperatriz na UFMA ou na UEMA, o essencial é que seja público”, finalizou Valéria.

terça-feira, 29 de março de 2011

Comissão fala sobre morte de Tamires em delegacia

A jovem morreu dentro de uma delegacia do município de Campestre por susposto enforcamento.

Imirante
Assembleia Legislativa

SÃO LUÍS - O deputado Carlinhos Amorim (PDT) e a deputada Eliziane Gama (PPS) apresentaram um breve balanço sobre a ida da Comissão de Direitos Humanos aos municípios de Campestre e Porto Franco para colher informações acerca da morte da jovem Tamires Pereira Vargas, ocorrida dentro de uma delegacia por suposto enforcamento.


Elizane Gama, que preside a comissão, disse que ficou clara a quantidade exorbitante de contradições nos depoimentos dos quatro policiais militares, dos delegados, familiares, presos e do carcereiro que recebeu Tamires na noite da sua morte. Todos os deputados presentes são testemunhas de tais contradições.


Caberá à deputada Gardênia Castelo (PSDB) fazer o relatório da visita. Também participaram da tomada dos depoimentos os deputados Antônio Pereira, Léo Cunha e Valéria Macedo. Eliziane informou que a ida dos parlamentares a Porto Franco e Campestre também serviu para constatar a precariedade no sistema de segurança pública no Maranhão.


A deputada Eliziane ressaltou que foram várias as manifestações de revolta da comunidade pela forma abusiva e arbitrária que a polícia militar utilizou ao tentar conter a manifestação de centenas de pessoas contra a morte da jovem. A polícia negou que tenha sido utilizada arma letal, mas um vereador da cidade entregou à comissão de parlamentares dois projéteis de fuzil calibre 762 que teriam sido utilizados pelos policiais durante a manifestação.


Mais mortes


Outra informação importante obtida pela comissão é que a jovem teria sido a terceira pessoa a, supostamente, cometer suicídio dentro de delegacia de Campestre. “É algo que esta virando até rotina naquela cidade”, disse Eliziane.


A Comissão de Direitos Humanos vai solicitar ao Conselho Regional de Medicina (CRM) que ratifique ou não os laudos expedidos até o presente momento pelo Instituto Medico Legal em relação à morte da Tamires, que apresenta característica de suicídio.


O deputado Carlinhos Amorim acrescentou que a comissão realizou visita à cela na qual Tamires foi encontrada morte, além de reunião na igreja onde os parlamentares puderam ouvir uma multidão sensibilizada com tudo o que ocorreu. “A população teve oportunidade de se manifestar, externando a sua indignação com o fato, algo extremamente nebuloso que, sem dúvidas, chocou. Causa surpresa a direção que está sendo dada ao inquérito que apura este caso”, afirmou o parlamentar.


Para Carlinhos Amorim, ficou evidente a truculência da Polícia Militar contra os moradores que saíram pelas ruas da cidade apenas para manifestar a sua indignação e prestar solidariedade aos familiares da Tamires.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Em Campestre, Comissão de Direitos Humanos apura morte de Tamires

Os deputados integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembleia Legislativa realizaram reuniões nas cidades de Campestre do Maranhão e Porto Franco, na região sul do estado. O objetivo é acompanhar de perto as investigações sobre o caso envolvendo a jovem Tamires Pereira Vargas, de 19 anos, encontrada morta em uma cela da delegacia de Porto Franco.


Nesta quinta-feira, 24, pela manhã, a Comissão formada pelos Deputados Antônio Pereira (DEM), Valéria Macedo (PDT), Eliziane Gama (PPS), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), Léo Cunha (PSC), Edson Araújo (PSL) e Dr. Pádua (PP) ouviu policiais civis e militares que estavam de plantão no dia da morte. Além deles, também prestaram esclarecimentos os dois delegados que estão à frente das investigações. Durante a manhã, os parlamentares também fizeram uma visita à delegacia.


Ainda nesta quinta-feira (24), a comitiva realizou audiência pública em Campestre do Maranhão, quando os parlamentares ouviram amigos, familiares e testemunhas que presenciaram a prisão de Tamires.


O CASO TAMIRES


Tamires Pereira Vargas foi encontrada enforcada dentro de uma das celas da delegacia da cidade de Porto Franco. Segundo o relato dos policiais, ela foi presa no dia 8, Dia Internacional da Mulher, durante uma briga em uma festa de carnaval na cidade de Campestre. Ao ser levada para a delegacia do município vizinho, ela foi colocada no corredor da unidade. Um preso que cumpre regime semiaberto foi obrigado a se retirar do local. Ao levar consigo a rede, ele deixou as cordas, onde possivelmente Tamires se enforcou.


Mas esta versão é contestada por amigos e familiares da jovem. Durante audiências realizadas pela Comissão em São Luis, vereadores, prefeito de Campestre e a mãe de Tamires mostraram fotos que mostram vários hematomas no corpo da adolescente.


NOVAS DENÚNCIAS


Durante a manhã desta quinta-feira, amigos e familiares de Keyth Bezerra se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Porto Franco para pedir apoio à Comissão de Deputados.


A jovem de 20 anos foi degolada no dia 26 de fevereiro após romper um relacionamento com um ex-namorado. Segundo o pai de Keyht, Adriano Barros Lima foi preso logo após a morte.


A expectativa da família é de que os deputados ajudem a esclarecer alguns pontos da investigação

terça-feira, 22 de março de 2011

Polícia Civil prende ex-detento acusado de entregar drogas para presos em Porto Franco

Polícia Civil prende ex-detento acusado de entregar drogas para presos em Porto Franco

21 de março de 2011 às 17:23

Investigadores de Polícia Civil de Porto Franco, cidade localizada a 717 km de São Luís, prenderam em flagrante o ex-detento Caio César Horvath Pereira, de 20 anos, na madrugada do último domingo (20) na área do distrito policial da cidade. Ele estava tentado entregar drogas para os presos dentro da delegacia.



A ação foi descoberta após a polícia receber informações de que havia pessoas que pulavam o muro da delegacia, durante a noite, para entregar drogas pela grade de ventilação das celas.

Os investigadores, Isabel Cristina e Jefferson Carlos, realizaram revista noturna e localizaram um cordão com uma sacola plástica amarrada na ponta, pendurada próximo à parede da cela 3, onde estavam custodiados nove detentos. Os policiais puxaram o cordão e ouviram os presos gritarem o nome de Caio e, mandando-o “botar logo”.

Em campana feita do lado de fora, os policiais conseguiram prender Caio Pereira no momento em que pulava o muro para o lado interno do prédio. Ao notar a presença dos policiais, ele ainda tentou fugir, mas foi impedido pelos investigadores. Com Caio foi encontrada uma trouxa contendo uma substância semelhante à maconha.

De acordo com informações de policiais da delegacia, Caio já teve passagem pela polícia pelo crime de roubo, e estava em liberdade beneficiado por alvará de soltura concedido em menos de 48 horas. Na delegacia de Porto Franco ele será autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes

segunda-feira, 21 de março de 2011

Greve dos Profesores da rede Maranhense continua

Sindicato acusa governo de tentar 'judicializar' greve dos professores
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20 de março de 2011 às 11:57
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Por zermanio almeida




O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), Júlio Pinheiro, acusa o Governo Roseana de tentar “judicializar e politizar” a greve dos professores, por haver conseguido liminar do desembargador Marcelo Carvalho, que considera ilegal a paralisação da categoria. “Queremos reafirmar que a greve continua. Oficialmente, o sindicato sequer foi notificado. E quando for, vai recorrer e mostrar a incoerência dessa decisão do desembargador Marcelo Carvalho”, garante o sindicalista.

Pinheiro acusa também a Secretaria de Educação do Estado de má vontade no processo de negociação com a categoria e na aplicação do Estatuto do Educados. “Percebe-se uma grande má vontade do governo em aprovar e aplicar um Estatuto do Educador, que inclua os funcionários de escola e siga a Lei do Fundeb”, afirma. Diz ainda que o governo não deseja negociar de verdade com a categoria.

“Desde que a governadora Roseana Sarney assumiu, em abril de 2009, o Sinproesemma procurou reabrir o debate que já travava com o governo sobre as mudanças no Estatuto da categoria. Esse processo foi feito até o segundo semestre do ano passado. Mas o governo empurrou com a barriga e não encaminhou o projeto do Estatuto do Educador à Assembleia Legislativa, muito menos incluiu na previsão orçamentária deste ano. Até mesmo as emendas apresentadas para assegurar foram rejeitadas pela base governista a partir de orientação palaciana. No início deste ano, o governo propôs aprovar a Lei, mas somente aplicá-la a partir de 2012, em quatro etapas anuais. A última proposta foi a de cumprir o novo Estatuto a partir de outubro com reajuste na tabela salarial de 10%. O Sinproesemma defende a aplicação a partir de março deste ano com recomposição de 25% nos salários”, conta

SAÚDE

importância da prevenção do câncer de colo de útero foi destaque na manhã desta sexta-feira, 18, no programa Portal da Assembleia (canal 38, TVN), durante uma entrevista com a farmacêutica-bioquímica Marlurdes de Almeida, da Assembleia Legislativa.


Marlurdes Almeida falou sobre a “Semana da Mulher”, projeto organizado pelo Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), no período de 21 a 25 de março, que oferecerá às servidoras do Legislativo Estadual a oportunidade de realizar, no próprio local de trabalho, o exame preventivo do câncer de colo de útero.


As atividades da “Semana da Mulher” serão realizadas em parceria com a subdiretoria de Saúde e Medicina Ocupacional da Assembleia e o Laboratório Central (Lacen). O horário de atendimento, durante os cinco dias da campanha, será das 8 às 16h, ininterrupto.


O câncer de colo de útero é a terceira maior causa de morte entre as mulheres no país, afetando principalmente entre aquelas que têm mais de 30 anos. Marlurdes Almeida destacou a importância de fazer o exame preventivo a cada seis meses.

Comissão de Saúde fará visitas a hospitais da rede pública

Comissão de Saúde fará visitas a hospitais da rede pública
Nice Moraes
Agência Assembleia




A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa realizará uma série de visitas para verificar in loco a situação do sistema de saúde público no Estado. A declaração foi dada na manhã desta quinta-feira, 17, pelo presidente da comissão, deputado Dr. Pádua (PP), durante entrevista ao programa Portal da Assembleia, da TV Assembleia, que vai ao ar de segunda a sexta às 8h50.


De acordo com Dr. Pádua a atuação da comissão será bastante coordenada, tendo em vista que questões referentes ao sistema de saúde do Maranhão têm sido constantemente debatidas no plenário da Casa. Segundo ele, a intenção é visitar todos os hospitais e Unidades de Pronto Atendimentos – UPAs -, que estão sendo implantadas no estado.


“Nós vamos visitar todos os hospitais do Estado, inclusive as UPAs, que, aliás, é um programa muito bom. Mas, a questão é que elas foram montadas no sistema americano e, nós que vivemos num estado pobre, os municípios não têm condições de manter essas unidades de saúde”, disse Dr. Pádua. Ele frisou que, culturalmente, todo brasileiro gostaria que em seu município tivesse um hospital. Mas, segundo Dr. Pádua, sabe-se que para isso funcionar é muito difícil devido à escassez de recursos. A migração de pacientes sobrecarrega os municípios”.


Dr. Pádua também destacou que ontem, dia 16, aconteceu uma reunião entre os membros da comissão de Saúde, formada por ele, a vice Valéria Macedo (PDT); Carlinhos Florêncio (PHS); Vianey Bringel (PMDB); André Fufuca (PSDB); Antônio Pereira (DEM); e Marcelo Tavares (PSB), onde ouviram explanações de um técnico da Secretaria de Estado da Saúde, sobre o funcionamento do sistema SUS.


Dentre as discussões também foram expostas questões referentes aos agentes comunitários de saúde, além da situação dos hospitais do Maranhão. “O que nós achamos é que colocar todos os hospitais para funcionar é difícil. O que deve ser feito é criar as regionais para atender a população do nosso estado”, assinalou Dr. Pádua.


INTERIOZAÇÃO


O parlamentar afirmou ainda que a interiorização da saúde precisa ser reavaliada, pois tanto a saída de pacientes do Maranhão para o Piauí, como do Pará e Tocantins, para a região tocantina compromete o atendimento eficaz para a população. “Existe um pacto entre os estados que precisa ser reavaliado. As unidades da região tocantina estão sobrecarregadas; se a verba fosse somente para o atendimento no Maranhão, estaria tudo resolvido, acontece que ainda temos que atender pacientes de outros estados”.


MAUS TRATOS


Outra questão que também vai ser acompanhada pela comissão é a situação em que vivem os pacientes de doenças psicossomáticas no Maranhão. Denúncia feita pela deputada Eliziane Gama (PPS), dá conta que os pacientes - internos infratores que apresentam doença mental - vêm sofrendo abusos e maus tratos. Ela também denunciou as péssimas condições das clínicas psiquiátricas que recebem pessoas que cumprem medidas de segurança. “A comissão vai acompanhar isso de perto. Essa é uma questão que tem que ser levada a sério e precisa ser tratada com muito cuidado”, assegurou Dr. Pádua.


Durante a sessão da última quarta-feira, o presidente Arnaldo Melo (PMDB), sugeriu que as Comissões de Saúde e de Direitos Humanos trabalhem em conjunto que a o Legislativo possa interferir no sentido de implementar política pública junto à Secretaria de Estado da Saúde para melhorar a condição desumana dos pacientes de patologias psicossomáticas no estado do Maranhão.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Caso tamyres

Com o objetivo de apurar as circunstâncias da morte da jovem Tamires Pereira Vargas, 19, os membros da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembleia Legislativa desembarcam, na próxima quinta-feira (24), nos municípios de Porto Franco e Campestre.


A decisão de visitar as duas cidades foi tomada nesta quinta-feira (17), durante audiência pública na qual os deputados (integrantes e não integrantes da referida Comissão) ouviram os depoimentos da dona-de-casa Josefa da Silva Vargas, mãe de Tamires, e de uma amiga da jovem, que preferiu não revelar o nome.


“Iremos visitar as delegacias das duas cidades, conversar com os delegados, policiais e presos e também ouvir a comunidade. Nosso interesse é esclarecer os verdadeiros motivos da morte desta jovem, que foi assassinada no último dia 08, Dia Internacional da Mulher. Além disso, nós, deputados e deputados, queremos chamar a atenção das autoridades para o número de mortes registradas dentro de unidades prisionais. Somente este ano, já foram onze ”, explicou a presidente da Comissão, deputada Eliziane Gama (PPS).


Segundo informações da Polícia Civil, Tamires Pereira Vargas, que residia em Campestre, foi encontrada morta dentro de uma cela da delegacia de Porto Franco.


Ainda segundo a Polícia, a jovem teria recorrido ao suicídio, versão contestada pela mãe e pela amiga de Tamires. “A Tamires não sofria de depressão. Era uma jovem normal, feliz e que adorava a vida. Não consigo conceber esta versão dando conta de que a minha filha se suicidou”, afirmou Josefa da Silva.


A amiga da jovem contou alguns detalhes que antecederam o fato. Disse que encontrou Tamires na noite de terça-feira de Carnaval na cidade de Campestre. Revelou que, até agora, não consegue entender os motivos que levaram quatro policiais militares a prenderem Tamires e colocarem a mesma dentro da viatura. “Aconteceu uma briga e os policiais jogaram spray de pimenta. Eu e ela, é bom frisar, estávamos longe desta confusão. A Tamires ficou com os olhos irritados e, por isso, fomos a um posto de saúde. Depois retornamos para a festa. Num determinado momento percebi que os quatro policiais estavam ao redor dela. Saí rapidamente do local e quando retornei eles [policiais] já tinham prendido minha amiga. Cheguei a falar com ela dentro da viatura. Ela apenas gritava. Os policiais levaram ela para a delegacia de Campestre, onde não foram atendidos pelo delegado que, segundo os próprios policiais, estava dormindo. Foi aí que eles [policiais] a levaram para a delegacia de Porto Franco. Só no outro dia que soube que ela havia morrido. Não consigo acreditar nesta versão de suicídio. Tamires era uma ótima mãe [ela tinha uma filha de dois anos] e adorava a vida”, contou.


Os deputados Marcelo Tavares (PSB), Bira do Pindaré (PT – vice-presidente da Comissão), Eduardo Braide (PMN), Váleria Macedo (PDT), Vianey Bringel (PMDB), Carlinhos Amorim (PDT), Léo Cunha (PSC), Edson Araújo (PSL) e Antônio Pereira (DEM) também foram unânimes ao defender uma apuração mais severa acerca dos fatos que envolveram a morte de Tamires.


“As versões dadas pela mãe e amiga da Tamires só reforçam a tese de que esta Casa precisa investigar este caso. Apurar as responsabilidade e trabalhar para que os culpados, caso existam, sejam punidos”, avaliou Bira do Pindaré.


Marcelo Tavares voltou a defender a instalação de uma CPI do Sistema Carcerário. “A Comissão Parlamentar de Inquérito terá prerrogativa de investigar não apenas o caso Tamires, mas também todas as outras mortes ocorridas em unidades do sistema prisional. É preciso que esta Casa dê uma resposta a todas estas famílias”, disse.

ULTIMAS NOTICIAS

POLICIA

Operação prendeu em São Luís integrantes da quadrilha que realizou o famoso assalto ao Banco Central de Fortaleza, uma era da banda cearense Brasas do Forró.


Foram presos na noite desta quinta-feira dois dos assaltantes mais procurados do Estado do Ceará. De acordo com informações preliminares um homem identificado como Alex, foi preso quando estava levando a namorada Carliane, integrante da banda de forró cearense Brasas do Forró. Eles estavam foragidos e são acusados de envolvimento no conhecido caso do assalto ao Banco Central do Ceará.

Alex estava sendo procurado pela Polícia de Frotaleza no Maranhão desde o dia 5 de fevereiro. Foi realizada uma operação conjunta da Polícia Militar e Civil dos dois estados para a captura dos envolvidos.
Eles permanecem detidos na Superintendência Estadual de Investigação Criminal. A Polícia ainda está realizando investigações para descobrir se há mais integrantes da quadrilha no estado.
Governadora anuncia encontro entre lideranças políticas municipais



POLITICA

A governadora Roseana Sarney recebeu no fim da tarde desta quinta-feira (17), no Palácio dos Leões, o prefeito de Itapecuru-Mirim, Antônio da Cruz Filgueira Júnior, o Júnior Marreca, que assume hoje a presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM).

"É um jovem empreendedor, que tem experiência administrativa e eu tenho certeza que ele vai fazer uma boa gestão em parceria com o Governo do Estado", destacou a governadora.

Na oportunidade, a governadora anunciou ainda a realização de um encontro entre lideranças políticas municipais, que será promovido em até 15 dias. "Estamos propondo desde agora a realização de um seminário para trazermos todos os prefeitos do Maranhão e discutir as nossas prioridades, as nossas deficiências e as soluções para os problemas que atingem o nosso estado", contou.
De acordo com Júnior Marreca, o primeiro passo será estreitar laços com as prefeituras. "Vamos buscar a unidade entre os prefeitos. Fazer com que eles sintam, na Famem, um instrumento de reivindicação e de soluções de seus problemas e, é por isso, que a FAMEM precisa muito do apoio do Governo do Estado", ressaltou.

Comissão da AL investiga morte da jovem Tamires Pereira Viegas

Comissão da AL investiga morte da jovem Tamires Pereira Viegas
Ela apareceu morta dentro da cela da delegacia regional de Porto Franco, no dia 8 de março.

Imirante, com informações da TV Mirante
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Arquivo/Reprodução/TV Mirante
SÃO LUÍS - As investigações sobre a morte de Tamires Pereira Viegas, de 19 anos. Ela apareceu morta dentro da cela da delegacia da região Tocantina. Ontem (17), o caso começou a ser investigado, também, pela Assembleia Legislativa (AL). A Comissão de Direitos Humanos da AL está inconformada com os relatos oficiais divulgados até agora sobre a morte da jovem. Em entrevista à TV Mirante, a presidente da comissão, deputada estadual Eliziane Gama, afirmou que a morte é muito estranha. De acordo com ela, os relatos levam a acreditar que ela teria se matado, mas a comissão não acredita nesta versão.


Tamires Pereira Viegas foi encontrada morta na delegacia do município de Porto Franco, a 800 km de São Luís, na madrugada do dia 8 de março. A jovem tinha sido conduzida por policiais militares à delegacia poucos minutos antes de morrer, depois de ter se envolvido em uma briga generalizada numa festa de Carnaval, na cidade de Campestre. O delegado de Porto Franco teria afirmado que Tamires se enforcou.


Os deputados que compõem a Comissão de Direitos Humanos passaram toda a tarde de ontem ouvindo pessoas que tinham alguma ligação com Tamires. A primeira a ser questionada na audiência foi a mãe da garota. Dona Josefa, ainda visivelmente abalada pela perda da filha, preferiu não falar com a imprensa. No depoimento aos parlamentares, ela reafirmou: não acredita que a filha tenha se matado. Além da mãe de Tamires, a comissão ouviu uma amiga da jovem, que estava com ela no momento da confusão.


A colega de Tamires preferiu não ser identificada por ser uma das testemunhas ouvidas pela polícia durante o inquérito. Os parlamentares esperavam, ainda, tomar os depoimentos do delegado Jackson Farias, que recebeu Tamires na delegacia regional de Porto Franco, e do delegado Eduardo Cardoso, que preside a investigação. Nenhum dos dois compareceu.


Durante a reunião, os deputados tiveram acesso a várias fotos tiradas por parentes de Tamires que trazem supostas evidências de espancamento. Joelhos, pernas, pescoço e braços da jovem tinham hematomas.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Direto da Assambléia

presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), lamentou a situação degradante dos pacientes de doenças psicossomáticas em todo o país. A manifestação foi em seguida ao pronunciamento da deputada Eliziane Gama (PPS), que denunciou abusos e maus tratos sofridos por internos infratores que apresentam doença mental no Maranhão, bem como péssimas condições das clínicas psiquiátricas que recebem pessoas que cumprem medidas de segurança estado.

De acordo com Arnaldo Melo, a situação é realmente muito grave em todo o país, e não apenas no Maranhão. “É degradante o quadro até pelo apoio que o Sistema Único de saúde dá”, afirmou.

Arnaldo sugeriu que a Comissão de Saúde e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia façam um relatório para que a o Legislativo possa interferir no sentido de implementar política pública junto à Secretaria de Estado da Saúde para melhorar a condição desumana dos pacientes de patologias psicossomáticas.

Valéria Macedo defende mais recursos para a saúde da mulher

Valéria Macedo defende mais recursos para a saúde da mulher


Em entrevista ao jornal Portal da Assembleia, da TV Assembleia, hoje, 03, a deputada Valéria Macedo (PDT), uma das sete mulheres parlamentares da Casa, defendeu mais recursos para a Saúde, principalmente para ações voltadas para a saúde da mulher. A deputada pedetista, que é enfermeira, tem 15 anos de serviços prestados à saúde pública do Maranhão.

Valéria Macedo disse que as mulheres são a maioria do eleitorado e que as sete parlamentares que integram a atual Legislatura, Gardeninha (PSDB), Vianey Bringel (PMDB), Eliziane Gama (PPS), Francisca Primo (PT), Cleide Coutinho, Graça Paz (PDT) e ela, representam muito bem as mulheres no parlamento maranhense. Ela destacou a presidente Dilma como motivo de orgulho para todas as mulheres, sobretudo as brasileiras.

Para a deputada, as mulheres são o esteio da sociedade e mesmo enfrentando uma tripla jornada de trabalho conseguem dar conta, com eficiência, das tarefas que assumem. “As mulheres estão de parabéns pelos avanços conquistados e estão desafiadas a continuar avançando na conquista de seus direitos”, declarou.

Ao falar de sua trajetória de luta para conquistar o cargo de deputada estadual, Valéria Macedo disse que já exerceu os cargos de administradora de maternidade e secretária de Saúde, em Porto Franco, localizado na região tocantina, e diretora do hospital Socorrão, de Imperatriz. Também foi membro da Comissão Tripartite Estadual de Saúde.

Em sua mensagem às mulheres, a deputada afirmou que é preciso as mulheres vencer mais um desafio, dentre tantos já superados, que é a luta contra a violência. “Precisamos encontrar meios de evitar que as mulheres continuem sendo vítimas “indefesas” da violência de todo tipo, principalmente a doméstica”

Valéria Macêdo pede hospital regional easfaltamento de rodovias

Valéria Macêdo pede hospital regional e
asfaltamento de rodovias
Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão - 15 de Março de 2011
Ao ocupar o grande expediente na sessão desta terça-feira (15/03), a deputada Valéria Macêdo (PDT) agradeceu a votação que teve em quase 85% dos municípios maranhenses (totalizando 33,3 mil votos), com concentração nas regiões Central e Sul, e em especial em Porto Franco, da qual já foi secretária de Saúde. Na oportunidade ela também pediu a implantação de hospital regional em Imperatriz e melhorias no asfaltamento para rodovias que cortam o Sul do Estado.

Valéria Macêdo contou que é formada em enfermagem pela PUC de Goiás, com especialização em Gestão de Saúde Pública, e que começou na vida pública em 1995, como diretora do Hospital Maternidade de Porto Franco, sendo ainda secretária de Saúde na gestão do prefeito Erivaldo Marinho. Em 2001 ela assumiu a diretoria do Socorrão de Imperatriz, hospital de referência em alta complexidade na região tocantinaz, e em 2005 reassumiu a direção do pólo de saúde de Porto Franco, sua terra natal.

A deputada enumerou várias ações que adotou quando foi gestora pública, a exemplo da implantação de um dos melhores sistemas públicos do Maranhão, o serviço SAMU 192 regional, que de seis passou a atender a mais oito municípios da região e o Centro de Especialidades Médicas.

Diversos deputados fizeram apartes ao discurso de Valéria Macedo, a exemplo das deputadas Eliziane Gama (PPS) e Cleide Coutinho (PSB), para destacar o papel desempenhado pela colega de plenário. Os deputados Edilázio Júnior (PV), Antônio Pereira (DEM), Fábio Braga (PMDB) e Roberto Costa (PMDB) também fizeram manifestações de apoio neste mesmo sentido e desejaram boa atuação para a colega de plenário.

HOSPITAL REGIONAL

A deputada defendeu ainda a retomada do projeto do ex-governador Jackson Lago, de construção de mais quatro hospitais regionais, a exemplo do que fez em Presidente Dutra. "O município de Imperatriz merece, nós todos temos conhecimento da necessidade, de um Hospital desse porte, um hospital próprio. O que hoje existe é um hospital arrendado desde mesmo antes de eu ser diretora dele e os equipamentos são arrendados. Existem poucos equipamentos que são próprios da rede pública de saúde. Precisamos mudar essa realidade", cobrou.

Ela solicitou ainda a implantação dos cursos de Medicina e Enfermagem no Campus da Uema em Imperatriz. "O povo do Centro Sul precisa da especial atenção da Governadora Roseana Sarney, os filhos do sul e do centro do Maranhão deslocam - se principalmente para estudar medicina no Pará, no Tocantins e aqui em São Luís, que é distante e, às vezes, não têm condições realmente de se instalar aqui e fazer este curso", disse.

Valéria Macêdo cobrou ainda várias obras em infraestrutura para o Sul do Estado como pavimentação de ruas, recuperação de camadas asfáltica e de estradas vicinais, construção e reforma de escolas, praças, quadras poliesportivas, campos de futebol. A deputada do PDT contou também que apresentou indicação solicitando a recuperação da camada asfáltica da rodovia MA-238, que liga Porto Franco a São João do Paraíso, e a terraplanagem na estrada vicinal que liga Amarante a Bom Jesus das Selvas com uma extensão de 165 km, que beneficiará a população de nove municípios e população de 273.978 habitantes.

EXEMPLO

A deputada pediu mais obras para vários setores e investimentos na área educacional. Disse também, que como novata vai precisar do apoio dos que possuem mais experiência parlamentar e política, e que tem como exemplo a seguir o presidente Arnaldo Melo (PMDB), que exerce o sexto mandato, e colegas de região, a como os deputados Antônio Pereira e deputado Carlinhos Amorim (PDT), além de deputado Marcelo Tavares (PSB).

"Quero finalizar dizendo que eu, assim como meu irmão Deoclides Macedo, como uma simples servidora pública e agora como parlamentar representante do povo, continuamos sonhando e lutando para que o Maranhão do Sul seja possíve l e que, com certeza, poderemos abrir essa discussão, que foi uma discussão que meu irmão Deoclides quando deputado estadual nesta Casa defendeu a criação desse estado que é importante para o desenvolvimento da nossa região", garantiu.

Caso Tamyres Viegas

Os policiais envolvidos na ocorrência da prisão de Thamires Pereira Vargas, de 19 anos, que morreu nas dependências da Delegacia de Porto Franco, na Terça-Feira de Carnaval, foram transferidos do destacamento de Campestre do Maranhão para o 12º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Estreito. Ontem, laudos confirmaram a morte por enforcamento, mas a família contesta a versão de suicídio e recorreu à Assembléia Legislativa do Maranhão, que ontem discutiu o problema em reunião da Comissão de Direitos Humanos (CDH).

Sem citar nomes dos militares envolvidos, o comandante do Batalhão, tenente-coronel Arquimedes Brito, disse que o pedido de transferência foi dos próprios policiais para evitar possíveis atos de hostilidade de moradores de Campestre, onde a jovem residia. A transferência foi anunciada ontem, uma semana após a morte de Thamires Vargas.

Protesto - As condições misteriosas como a jovem morreu levaram os moradores de Campestre a se manifestar publicamente, exigindo o esclarecimento do episódio. A manifestação realizada na sexta-feira, 11, terminou em confronto com policiais militares do destacamento.

A situação ficou tão crítica que o comando do policiamento acabou solicitando reforço de Imperatriz e Porto Franco. Algumas pessoas foram presas e carros da polícia ficaram danificados. Algumas pedras foram apresentadas pelos policiais como tendo sido usadas pelos manifestantes para atacá-los.

Já os moradores disseram que policiais usaram spray de pimenta, balas de borracha e ainda invadiram casas para prender pessoas que não estavam no movimento. O comando da PM em Estreito disse que foi preciso o uso da força para manter a ordem pública, que só foi garantida após a condução de nove pessoas à delegacia.

Reunião - Depois da manifestação, o prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo, vereadores, representantes da Pastoral da Mulher e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais se reuniram para elaborar uma pauta de reivindicações sobre segurança no município. As autoridades solicitaram esclarecimento do caso e a transferência dos policiais envolvidos na prisão da jovem, segundo a PM, durante um tumulto.

O delegado regional de Imperatriz, Francisco de Assis Ramos, determinou ao delegado Eduardo Galvão a instauração de inquérito para apurar a morte da jovem na cadeia. Também foi solicitado um laudo do Instituto de Criminalística, que foi divulgado ontem, indicando morte por asfixia (enforcamento). O laudo assinado pelos médicos José Neto Araújo e Jorge Anchieta constatou que também não houve violência sexual na vítima.

De acordo com a polícia, Tamires Vargas cometeu suicídio por enforcamento depois de ser levada para a delegacia. O fato ocorreu na noite de Terça-Feira de Carnaval, depois que a jovem foi presa por desacato após se envolver em um tumulto. O laudo da polícia aponta que a morte foi por enforcamento, mas a família cobra esclarecimentos sobre os hematomas encontrados no corpo da vítima.

Contestação - A polícia havia informado, assim que o caso foi divulgado, que Thamires Vargas havia cometido suicídio por enforcamento, que a família e amigos da vitimas contestam. Parentes chegaram a revelar que Thamires era alérgica a spray de pimenta, produto que teria inalado durante a ação policial em Campestre.

Ontem, pela manhã, a polêmica sobre a morte de Thamires Vargas foi discutida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembléia Legislativa, presidida pela deputada Eliziane Gama. A reunião contou com os deputados Bira do Pindaré (PT), Eduardo Braide (PMN), Edson Araújo (PSL), o prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo (PDT) e os vereadores Cícero Miranda (PDT) e Amarildo Macedo (PPS).

“O caso desta jovem é emblemático, pois aconteceu no Dia Internacional da Mulher, e também retrata a situação do sistema prisional maranhense. A população de Campestre e a família da jovem estão revoltadas. Precisamos de esclarecimentos e provas contundentes para saber o que de fato aconteceu", disse a presidente da Comissão, deputada Eliziane Gama.

Durante o encontro, os vereadores da cidade informaram aos parlamentares a versão da população sobre o episódio. O prefeito de Campestre aproveitou também para pedir a instalação de uma delegacia no município. “Que a morte desta jovem seja esclarecida. Precisamos de um delegado de polícia para atender a nossa cidade”, disse o prefeito

segunda-feira, 14 de março de 2011

Caso Tamires: Protesto em Campestre-MA

Caso Tamires: Protesto em Campestre-MA
por Edilson Júnior

Bom noite Frederico,

Gostaria de descrever a situação que nossa cidade está passando desde o caso da morte da garota Tamires encontrada morta dentro da delegacia de Porto Franco.

Na terça-feira de carnaval por volta das 3:oo hrs, o policial militar conhecido por SOARES, prendeu a jovem garota Tamires e usou de força excessiva, pegando ela pelo pescoço e jogando com força pra dentro do camburão da PM, do modo em que ela caiu, ficou, e não se levantou mais, em seguida eles demoraram cerca de 15 minutos pra conduzir ela pra delegacia de Porto Franco – MA. Toda essa situação foi presenciada por mim e mais 30 ou 40 pessoas que ali estavam presente.

Ao amanhecer ele avisaram a família, dizendo que ela foi presa e que tinha se suicidado com uma corda na delegacia. “Uma jovem garota que tinha planos, iria embora logo em seguida ao carnaval para Goiânia estudar. Fica totalmente descartada a situação de suicídio”.

No dia ontem, 11 de Março às 17 horas a população de Campestre revoltada organizou um protesto com destino a delegacia da cidade, faltando poucos metros a policia militar, junto a Força tática e o GOE atiram bala de borracha e bala de efeito moral contra a população, que revoltada atiram pedra contra policiais e viaturas. Os manifestantes atearam fogo em pneus na BR-010 e tentara interditar a pista, mas não conseguiram.

Quando a situação estava praticamente sob controle a policia praticou atitudes de abuso de poder. Andaram de porta em porta de pessoas que apenas presenciavam as manifestações, mandando fechar as portas através de violência e palavrões como: fecham as porta filho da puta, vagabundo. Sob o comando do Coronel Brito as tropas invadiram casa, atiraram contra pessoas inocentes, andaram toda cidade mandando as pessoas evacuarem seus terreiros e entrar pra dentro de casa, caso não ocorresse era recebido a tapas e pontapés.

A família do vereador Amarildo e do prefeito foram insultados, inclusive o vereador e seu irmão foram chamados de vagabundo e ordenado ir pra casa. A família do vereador suplente: Jailson também foi agredida, ele levou um tiro na perda e seu pai foi violentado dentro de sua residência pelo GOE que ainda queriam levar sua moto. Funcionários da Usina Hidrelétrica de Estreito sofreram agressão logo após descerem do ônibus mesmo estando fardados.

Ao total foram presos cerca de 15 pessoas, sendo dois de menores e um deficiente mental que é meu conhecido disse que foi agredido dentro da delegacia e os hematomas que estão espalhados pelo seu corpo mostra a verdade de suas palavras.

400 reais era a fiança que os familiares tinham que pagar para ser liberado, o porém é que ele prendiam quem estivessem na frente, não importando ser protestantes, espectadores ou vândalos.

Hoje o que vemos na cidade são pessoas comentando sobre a violência do GOE e FORÇA TÁTICA, que são policias despreparadas para esse tipo de situação. Policias que não tiveram um pouco de respeito por pessoas que não participaram de protestos mais que pagaram da mesma forma que os demais participantes. O que vemos são amigos e parentes feridos por soldados incompetentes abusaram da poder da farda.

O mais revoltante é que toda essa situação ocorrida e o Prefeito da cidade Emivaldo Macêdo estava em posto de gasolina bebendo sua cachaça como se nada estivesse acontecendo.

Nossa cidade esta uma calamidade pública, as ruas esta se desmanchando em buracos, não temos uma obra se quer, pagamentos de funcionários atrasados e ainda presenciar a policia que tem a função de nos proteger, agir contra a população dessa maneira.

Não é incomum que a GOE de Imperatriz tem a seguinte frase nos seus carros: “ Deus cria e nós mata”.

Já hoje foi totalmente diferente as pessoas se acalmaram e a policia enviou um carro de som pela cidade para pedir que elas não saíssem de suas casas para protestar, e que não usassem de violência, pois violência gera violência, ou seja através dessa mensagem deram ultimato para população, todos sabem que protesto pode ser feito em qualquer lugar e hora desde que seja pacifico.

Andando pela cidade e apurando os ocorridos, vi pessoas indignadas, famílias que tiverem seus parentes detidos injustamente e pessoas que apanharam muito desses ditadores.

Vi idosos se reclamando, que dentro de suas casas apanharam e foram obrigados a fechar suas portas, vi mulheres que mesmo com a lei Maria da Penha a seu favor apanharam. Vi comerciantes apanhando dentro de seus estabelecimentos e chamados de vagabundos. Vi adolescentes que em frente suas residências ficaram roxo de pancada.

Ontem o toque recolher era obrigatório e quem não obedecessem era espancado. Ficaram que nem loucos andando pela cidade e quem tivessem em frente suas residências tinham que entrar correndo pra dentro de casa, como se estivesse fugindo de ladrões ou traficantes.

O vereador Amarildo Macedo foi agredido verbalmente, chamado de vagabundo e o vereador Alano Barbosa foi agredido dentro de suas residência por uma bala de borracha em sua perna a queima roupa.

Vizinhos da delegacia ouviram um soldado do GOE em tom de deboche dizer: “isso vai ficar na história de Campestre”. É bem provável que hoje tenha toque de recolher novamente, pois eles informaram que não vão embora e estão com medo de haver novas manifestações a noite.

A autoridade máxima da cidade o Prefeito Emivaldo Macedo ligou para o ex-presidente da câmara, o vereador e primo dele Amarildo Macedo perguntando o que fazer, pois ele não sabia como agir porque estava bebendo com sua comissão de secretários, e ainda por cima escondeu seu carro atrás do posto onde estava bebendo.

Não posso deixar de ditar que a Mirante edita a reportagem para dar vantagem a PM, junto com o repórter Nardele policias dão entrevista como se fossem vitimas, mas não relata o abuso de poder dos mesmos.

Foi um prazer detalhar a situação de calamidade em que nossa cidade se encontra e fico prazeroso em você editar e relatar os fatos.

Entenda o caso:
Sistema prisional falido: jovem de 21 anos morre em Delegacia de

sexta-feira, 11 de março de 2011

Ministro da Integração Nacional visitará áreas de enchentes no MA

Dilma Rousseff ofereceu ajuda após conversar por telefone com a governadora Roseana Sarney.


BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff determinou, nesta quinta-feira (10), ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, que viaje a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e ao Maranhão, Estados afetados pelas fortes chuvas nos últimos dias. A finalidade é fazer um levantamento dos prejuízos e determinar medidas necessárias de auxílio às cidades.


Dilma ofereceu a ajuda do governo federal ao conversar, nesta manhã, por telefone, com os governadores de Mato Grosso, Silval Barbosa, de Mato Grosso do Sul, André Puccineli, e do Maranhão, Roseana Sarney. Ela, também, pediu informações detalhadas sobre os estragos causados pelas chuvas nos Estados.


O ministro Fernando Bezerra

Medicamentos devem ficar até 6% mais caros em abril

Brasília - O governo autorizou reajuste no preço de remédios a partir do dia 31 de março. O aumento pode chegar a 6% e valerá para a maior parte dos medicamentos usados no país, como antibióticos e anti-inflamatórios.

Uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada ontem (9) no Diário Oficial da União, definiu os critérios para calcular o reajuste. Um deles é o acumulado de março de 2010 a fevereiro deste ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registrou 6,01%.

É levado em conta também um fator de produtividade da indústria farmacêutica e a participação dos genéricos no mercado. Quanto maior a participação de genéricos no mercado, maior é o fator usado no cálculo do reajuste.

A Cmed, ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), irá publicar uma resolução especificando os percentuais de reajuste e o teto a ser cobrado do consumidor para evitar abusos. As empresas que descumprirem estão sujeitas a sanções. No entanto, elas podem adotar preços mais baixos que os estipulados pela câmara.

Mistério

Mulher é encontrada morta na Delegacia de Porto Franco
A princípio, a causa da morte de Tamires Pereira Vargas, que tinha 19 anos, foi por enforcamento.




O corpo de Tamires Pereira Vargas, de 19 anos, que era moradora da cidade de Campestre, localizada a 80 quilômetros de Imperatriz, foi encontrado por volta de 2h da madrugada de quarta-feira (9) pelo carcereiro da Delegacia de Porto Franco.

Tamires Vargas foi presa na noite de terça-feira (8) por policiais militares em Campestre porque estava embriagada. Ela foi levada para a Delegacia de Porto Franco e responderia por desacato.

Quando a jovem chegou à Delegacia de Porto Franco, foi colocada no corredor, porque era mulher, além de estar muito embriagada. No local, tinha um homem, que está em regime semiaberto. O carcereiro mandou que ele saísse do corredor, onde ficou Tamires, porque não pode misturar homem com mulheres.

Ao sair, o detento retirou a rede dele, mas deixou as cordas, das quais teria aproveitado Tamires Pereira para se enforcar.

O carcereiro encontrou o corpo de Tamires e imediatamente comunicou ao delegado. O fato foi informado ao delegado regional Francisco de Assis Ramos.

O corpo de Tamires, antes de ser removido para o Instituto Médico Legal em Imperatriz, foi alvo de perícia por peritos do Instituto de Criminalística.


Hematomas


No corpo foram encontrados vários hematomas e, por conta disso, o delegado regional Francisco de Assis Ramos determinou o delegado Eduardo Galvão, titular da delegacia de Estreito, que sejam feitas investigações sobre o caso.