Valéria Macedo defende mais recursos para a saúde da mulher
Em entrevista ao jornal Portal da Assembleia, da TV Assembleia, hoje, 03, a deputada Valéria Macedo (PDT), uma das sete mulheres parlamentares da Casa, defendeu mais recursos para a Saúde, principalmente para ações voltadas para a saúde da mulher. A deputada pedetista, que é enfermeira, tem 15 anos de serviços prestados à saúde pública do Maranhão.
Valéria Macedo disse que as mulheres são a maioria do eleitorado e que as sete parlamentares que integram a atual Legislatura, Gardeninha (PSDB), Vianey Bringel (PMDB), Eliziane Gama (PPS), Francisca Primo (PT), Cleide Coutinho, Graça Paz (PDT) e ela, representam muito bem as mulheres no parlamento maranhense. Ela destacou a presidente Dilma como motivo de orgulho para todas as mulheres, sobretudo as brasileiras.
Para a deputada, as mulheres são o esteio da sociedade e mesmo enfrentando uma tripla jornada de trabalho conseguem dar conta, com eficiência, das tarefas que assumem. “As mulheres estão de parabéns pelos avanços conquistados e estão desafiadas a continuar avançando na conquista de seus direitos”, declarou.
Ao falar de sua trajetória de luta para conquistar o cargo de deputada estadual, Valéria Macedo disse que já exerceu os cargos de administradora de maternidade e secretária de Saúde, em Porto Franco, localizado na região tocantina, e diretora do hospital Socorrão, de Imperatriz. Também foi membro da Comissão Tripartite Estadual de Saúde.
Em sua mensagem às mulheres, a deputada afirmou que é preciso as mulheres vencer mais um desafio, dentre tantos já superados, que é a luta contra a violência. “Precisamos encontrar meios de evitar que as mulheres continuem sendo vítimas “indefesas” da violência de todo tipo, principalmente a doméstica”
quinta-feira, 17 de março de 2011
Valéria Macêdo pede hospital regional easfaltamento de rodovias
Valéria Macêdo pede hospital regional e
asfaltamento de rodovias
Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão - 15 de Março de 2011
Ao ocupar o grande expediente na sessão desta terça-feira (15/03), a deputada Valéria Macêdo (PDT) agradeceu a votação que teve em quase 85% dos municípios maranhenses (totalizando 33,3 mil votos), com concentração nas regiões Central e Sul, e em especial em Porto Franco, da qual já foi secretária de Saúde. Na oportunidade ela também pediu a implantação de hospital regional em Imperatriz e melhorias no asfaltamento para rodovias que cortam o Sul do Estado.
Valéria Macêdo contou que é formada em enfermagem pela PUC de Goiás, com especialização em Gestão de Saúde Pública, e que começou na vida pública em 1995, como diretora do Hospital Maternidade de Porto Franco, sendo ainda secretária de Saúde na gestão do prefeito Erivaldo Marinho. Em 2001 ela assumiu a diretoria do Socorrão de Imperatriz, hospital de referência em alta complexidade na região tocantinaz, e em 2005 reassumiu a direção do pólo de saúde de Porto Franco, sua terra natal.
A deputada enumerou várias ações que adotou quando foi gestora pública, a exemplo da implantação de um dos melhores sistemas públicos do Maranhão, o serviço SAMU 192 regional, que de seis passou a atender a mais oito municípios da região e o Centro de Especialidades Médicas.
Diversos deputados fizeram apartes ao discurso de Valéria Macedo, a exemplo das deputadas Eliziane Gama (PPS) e Cleide Coutinho (PSB), para destacar o papel desempenhado pela colega de plenário. Os deputados Edilázio Júnior (PV), Antônio Pereira (DEM), Fábio Braga (PMDB) e Roberto Costa (PMDB) também fizeram manifestações de apoio neste mesmo sentido e desejaram boa atuação para a colega de plenário.
HOSPITAL REGIONAL
A deputada defendeu ainda a retomada do projeto do ex-governador Jackson Lago, de construção de mais quatro hospitais regionais, a exemplo do que fez em Presidente Dutra. "O município de Imperatriz merece, nós todos temos conhecimento da necessidade, de um Hospital desse porte, um hospital próprio. O que hoje existe é um hospital arrendado desde mesmo antes de eu ser diretora dele e os equipamentos são arrendados. Existem poucos equipamentos que são próprios da rede pública de saúde. Precisamos mudar essa realidade", cobrou.
Ela solicitou ainda a implantação dos cursos de Medicina e Enfermagem no Campus da Uema em Imperatriz. "O povo do Centro Sul precisa da especial atenção da Governadora Roseana Sarney, os filhos do sul e do centro do Maranhão deslocam - se principalmente para estudar medicina no Pará, no Tocantins e aqui em São Luís, que é distante e, às vezes, não têm condições realmente de se instalar aqui e fazer este curso", disse.
Valéria Macêdo cobrou ainda várias obras em infraestrutura para o Sul do Estado como pavimentação de ruas, recuperação de camadas asfáltica e de estradas vicinais, construção e reforma de escolas, praças, quadras poliesportivas, campos de futebol. A deputada do PDT contou também que apresentou indicação solicitando a recuperação da camada asfáltica da rodovia MA-238, que liga Porto Franco a São João do Paraíso, e a terraplanagem na estrada vicinal que liga Amarante a Bom Jesus das Selvas com uma extensão de 165 km, que beneficiará a população de nove municípios e população de 273.978 habitantes.
EXEMPLO
A deputada pediu mais obras para vários setores e investimentos na área educacional. Disse também, que como novata vai precisar do apoio dos que possuem mais experiência parlamentar e política, e que tem como exemplo a seguir o presidente Arnaldo Melo (PMDB), que exerce o sexto mandato, e colegas de região, a como os deputados Antônio Pereira e deputado Carlinhos Amorim (PDT), além de deputado Marcelo Tavares (PSB).
"Quero finalizar dizendo que eu, assim como meu irmão Deoclides Macedo, como uma simples servidora pública e agora como parlamentar representante do povo, continuamos sonhando e lutando para que o Maranhão do Sul seja possíve l e que, com certeza, poderemos abrir essa discussão, que foi uma discussão que meu irmão Deoclides quando deputado estadual nesta Casa defendeu a criação desse estado que é importante para o desenvolvimento da nossa região", garantiu.
asfaltamento de rodovias
Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão - 15 de Março de 2011
Ao ocupar o grande expediente na sessão desta terça-feira (15/03), a deputada Valéria Macêdo (PDT) agradeceu a votação que teve em quase 85% dos municípios maranhenses (totalizando 33,3 mil votos), com concentração nas regiões Central e Sul, e em especial em Porto Franco, da qual já foi secretária de Saúde. Na oportunidade ela também pediu a implantação de hospital regional em Imperatriz e melhorias no asfaltamento para rodovias que cortam o Sul do Estado.
Valéria Macêdo contou que é formada em enfermagem pela PUC de Goiás, com especialização em Gestão de Saúde Pública, e que começou na vida pública em 1995, como diretora do Hospital Maternidade de Porto Franco, sendo ainda secretária de Saúde na gestão do prefeito Erivaldo Marinho. Em 2001 ela assumiu a diretoria do Socorrão de Imperatriz, hospital de referência em alta complexidade na região tocantinaz, e em 2005 reassumiu a direção do pólo de saúde de Porto Franco, sua terra natal.
A deputada enumerou várias ações que adotou quando foi gestora pública, a exemplo da implantação de um dos melhores sistemas públicos do Maranhão, o serviço SAMU 192 regional, que de seis passou a atender a mais oito municípios da região e o Centro de Especialidades Médicas.
Diversos deputados fizeram apartes ao discurso de Valéria Macedo, a exemplo das deputadas Eliziane Gama (PPS) e Cleide Coutinho (PSB), para destacar o papel desempenhado pela colega de plenário. Os deputados Edilázio Júnior (PV), Antônio Pereira (DEM), Fábio Braga (PMDB) e Roberto Costa (PMDB) também fizeram manifestações de apoio neste mesmo sentido e desejaram boa atuação para a colega de plenário.
HOSPITAL REGIONAL
A deputada defendeu ainda a retomada do projeto do ex-governador Jackson Lago, de construção de mais quatro hospitais regionais, a exemplo do que fez em Presidente Dutra. "O município de Imperatriz merece, nós todos temos conhecimento da necessidade, de um Hospital desse porte, um hospital próprio. O que hoje existe é um hospital arrendado desde mesmo antes de eu ser diretora dele e os equipamentos são arrendados. Existem poucos equipamentos que são próprios da rede pública de saúde. Precisamos mudar essa realidade", cobrou.
Ela solicitou ainda a implantação dos cursos de Medicina e Enfermagem no Campus da Uema em Imperatriz. "O povo do Centro Sul precisa da especial atenção da Governadora Roseana Sarney, os filhos do sul e do centro do Maranhão deslocam - se principalmente para estudar medicina no Pará, no Tocantins e aqui em São Luís, que é distante e, às vezes, não têm condições realmente de se instalar aqui e fazer este curso", disse.
Valéria Macêdo cobrou ainda várias obras em infraestrutura para o Sul do Estado como pavimentação de ruas, recuperação de camadas asfáltica e de estradas vicinais, construção e reforma de escolas, praças, quadras poliesportivas, campos de futebol. A deputada do PDT contou também que apresentou indicação solicitando a recuperação da camada asfáltica da rodovia MA-238, que liga Porto Franco a São João do Paraíso, e a terraplanagem na estrada vicinal que liga Amarante a Bom Jesus das Selvas com uma extensão de 165 km, que beneficiará a população de nove municípios e população de 273.978 habitantes.
EXEMPLO
A deputada pediu mais obras para vários setores e investimentos na área educacional. Disse também, que como novata vai precisar do apoio dos que possuem mais experiência parlamentar e política, e que tem como exemplo a seguir o presidente Arnaldo Melo (PMDB), que exerce o sexto mandato, e colegas de região, a como os deputados Antônio Pereira e deputado Carlinhos Amorim (PDT), além de deputado Marcelo Tavares (PSB).
"Quero finalizar dizendo que eu, assim como meu irmão Deoclides Macedo, como uma simples servidora pública e agora como parlamentar representante do povo, continuamos sonhando e lutando para que o Maranhão do Sul seja possíve l e que, com certeza, poderemos abrir essa discussão, que foi uma discussão que meu irmão Deoclides quando deputado estadual nesta Casa defendeu a criação desse estado que é importante para o desenvolvimento da nossa região", garantiu.
Caso Tamyres Viegas
Os policiais envolvidos na ocorrência da prisão de Thamires Pereira Vargas, de 19 anos, que morreu nas dependências da Delegacia de Porto Franco, na Terça-Feira de Carnaval, foram transferidos do destacamento de Campestre do Maranhão para o 12º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Estreito. Ontem, laudos confirmaram a morte por enforcamento, mas a família contesta a versão de suicídio e recorreu à Assembléia Legislativa do Maranhão, que ontem discutiu o problema em reunião da Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Sem citar nomes dos militares envolvidos, o comandante do Batalhão, tenente-coronel Arquimedes Brito, disse que o pedido de transferência foi dos próprios policiais para evitar possíveis atos de hostilidade de moradores de Campestre, onde a jovem residia. A transferência foi anunciada ontem, uma semana após a morte de Thamires Vargas.
Protesto - As condições misteriosas como a jovem morreu levaram os moradores de Campestre a se manifestar publicamente, exigindo o esclarecimento do episódio. A manifestação realizada na sexta-feira, 11, terminou em confronto com policiais militares do destacamento.
A situação ficou tão crítica que o comando do policiamento acabou solicitando reforço de Imperatriz e Porto Franco. Algumas pessoas foram presas e carros da polícia ficaram danificados. Algumas pedras foram apresentadas pelos policiais como tendo sido usadas pelos manifestantes para atacá-los.
Já os moradores disseram que policiais usaram spray de pimenta, balas de borracha e ainda invadiram casas para prender pessoas que não estavam no movimento. O comando da PM em Estreito disse que foi preciso o uso da força para manter a ordem pública, que só foi garantida após a condução de nove pessoas à delegacia.
Reunião - Depois da manifestação, o prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo, vereadores, representantes da Pastoral da Mulher e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais se reuniram para elaborar uma pauta de reivindicações sobre segurança no município. As autoridades solicitaram esclarecimento do caso e a transferência dos policiais envolvidos na prisão da jovem, segundo a PM, durante um tumulto.
O delegado regional de Imperatriz, Francisco de Assis Ramos, determinou ao delegado Eduardo Galvão a instauração de inquérito para apurar a morte da jovem na cadeia. Também foi solicitado um laudo do Instituto de Criminalística, que foi divulgado ontem, indicando morte por asfixia (enforcamento). O laudo assinado pelos médicos José Neto Araújo e Jorge Anchieta constatou que também não houve violência sexual na vítima.
De acordo com a polícia, Tamires Vargas cometeu suicídio por enforcamento depois de ser levada para a delegacia. O fato ocorreu na noite de Terça-Feira de Carnaval, depois que a jovem foi presa por desacato após se envolver em um tumulto. O laudo da polícia aponta que a morte foi por enforcamento, mas a família cobra esclarecimentos sobre os hematomas encontrados no corpo da vítima.
Contestação - A polícia havia informado, assim que o caso foi divulgado, que Thamires Vargas havia cometido suicídio por enforcamento, que a família e amigos da vitimas contestam. Parentes chegaram a revelar que Thamires era alérgica a spray de pimenta, produto que teria inalado durante a ação policial em Campestre.
Ontem, pela manhã, a polêmica sobre a morte de Thamires Vargas foi discutida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembléia Legislativa, presidida pela deputada Eliziane Gama. A reunião contou com os deputados Bira do Pindaré (PT), Eduardo Braide (PMN), Edson Araújo (PSL), o prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo (PDT) e os vereadores Cícero Miranda (PDT) e Amarildo Macedo (PPS).
“O caso desta jovem é emblemático, pois aconteceu no Dia Internacional da Mulher, e também retrata a situação do sistema prisional maranhense. A população de Campestre e a família da jovem estão revoltadas. Precisamos de esclarecimentos e provas contundentes para saber o que de fato aconteceu", disse a presidente da Comissão, deputada Eliziane Gama.
Durante o encontro, os vereadores da cidade informaram aos parlamentares a versão da população sobre o episódio. O prefeito de Campestre aproveitou também para pedir a instalação de uma delegacia no município. “Que a morte desta jovem seja esclarecida. Precisamos de um delegado de polícia para atender a nossa cidade”, disse o prefeito
Sem citar nomes dos militares envolvidos, o comandante do Batalhão, tenente-coronel Arquimedes Brito, disse que o pedido de transferência foi dos próprios policiais para evitar possíveis atos de hostilidade de moradores de Campestre, onde a jovem residia. A transferência foi anunciada ontem, uma semana após a morte de Thamires Vargas.
Protesto - As condições misteriosas como a jovem morreu levaram os moradores de Campestre a se manifestar publicamente, exigindo o esclarecimento do episódio. A manifestação realizada na sexta-feira, 11, terminou em confronto com policiais militares do destacamento.
A situação ficou tão crítica que o comando do policiamento acabou solicitando reforço de Imperatriz e Porto Franco. Algumas pessoas foram presas e carros da polícia ficaram danificados. Algumas pedras foram apresentadas pelos policiais como tendo sido usadas pelos manifestantes para atacá-los.
Já os moradores disseram que policiais usaram spray de pimenta, balas de borracha e ainda invadiram casas para prender pessoas que não estavam no movimento. O comando da PM em Estreito disse que foi preciso o uso da força para manter a ordem pública, que só foi garantida após a condução de nove pessoas à delegacia.
Reunião - Depois da manifestação, o prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo, vereadores, representantes da Pastoral da Mulher e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais se reuniram para elaborar uma pauta de reivindicações sobre segurança no município. As autoridades solicitaram esclarecimento do caso e a transferência dos policiais envolvidos na prisão da jovem, segundo a PM, durante um tumulto.
O delegado regional de Imperatriz, Francisco de Assis Ramos, determinou ao delegado Eduardo Galvão a instauração de inquérito para apurar a morte da jovem na cadeia. Também foi solicitado um laudo do Instituto de Criminalística, que foi divulgado ontem, indicando morte por asfixia (enforcamento). O laudo assinado pelos médicos José Neto Araújo e Jorge Anchieta constatou que também não houve violência sexual na vítima.
De acordo com a polícia, Tamires Vargas cometeu suicídio por enforcamento depois de ser levada para a delegacia. O fato ocorreu na noite de Terça-Feira de Carnaval, depois que a jovem foi presa por desacato após se envolver em um tumulto. O laudo da polícia aponta que a morte foi por enforcamento, mas a família cobra esclarecimentos sobre os hematomas encontrados no corpo da vítima.
Contestação - A polícia havia informado, assim que o caso foi divulgado, que Thamires Vargas havia cometido suicídio por enforcamento, que a família e amigos da vitimas contestam. Parentes chegaram a revelar que Thamires era alérgica a spray de pimenta, produto que teria inalado durante a ação policial em Campestre.
Ontem, pela manhã, a polêmica sobre a morte de Thamires Vargas foi discutida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembléia Legislativa, presidida pela deputada Eliziane Gama. A reunião contou com os deputados Bira do Pindaré (PT), Eduardo Braide (PMN), Edson Araújo (PSL), o prefeito de Campestre, Emivaldo Macedo (PDT) e os vereadores Cícero Miranda (PDT) e Amarildo Macedo (PPS).
“O caso desta jovem é emblemático, pois aconteceu no Dia Internacional da Mulher, e também retrata a situação do sistema prisional maranhense. A população de Campestre e a família da jovem estão revoltadas. Precisamos de esclarecimentos e provas contundentes para saber o que de fato aconteceu", disse a presidente da Comissão, deputada Eliziane Gama.
Durante o encontro, os vereadores da cidade informaram aos parlamentares a versão da população sobre o episódio. O prefeito de Campestre aproveitou também para pedir a instalação de uma delegacia no município. “Que a morte desta jovem seja esclarecida. Precisamos de um delegado de polícia para atender a nossa cidade”, disse o prefeito
segunda-feira, 14 de março de 2011
Caso Tamires: Protesto em Campestre-MA
Caso Tamires: Protesto em Campestre-MA
por Edilson Júnior
Bom noite Frederico,
Gostaria de descrever a situação que nossa cidade está passando desde o caso da morte da garota Tamires encontrada morta dentro da delegacia de Porto Franco.
Na terça-feira de carnaval por volta das 3:oo hrs, o policial militar conhecido por SOARES, prendeu a jovem garota Tamires e usou de força excessiva, pegando ela pelo pescoço e jogando com força pra dentro do camburão da PM, do modo em que ela caiu, ficou, e não se levantou mais, em seguida eles demoraram cerca de 15 minutos pra conduzir ela pra delegacia de Porto Franco – MA. Toda essa situação foi presenciada por mim e mais 30 ou 40 pessoas que ali estavam presente.
Ao amanhecer ele avisaram a família, dizendo que ela foi presa e que tinha se suicidado com uma corda na delegacia. “Uma jovem garota que tinha planos, iria embora logo em seguida ao carnaval para Goiânia estudar. Fica totalmente descartada a situação de suicídio”.
No dia ontem, 11 de Março às 17 horas a população de Campestre revoltada organizou um protesto com destino a delegacia da cidade, faltando poucos metros a policia militar, junto a Força tática e o GOE atiram bala de borracha e bala de efeito moral contra a população, que revoltada atiram pedra contra policiais e viaturas. Os manifestantes atearam fogo em pneus na BR-010 e tentara interditar a pista, mas não conseguiram.
Quando a situação estava praticamente sob controle a policia praticou atitudes de abuso de poder. Andaram de porta em porta de pessoas que apenas presenciavam as manifestações, mandando fechar as portas através de violência e palavrões como: fecham as porta filho da puta, vagabundo. Sob o comando do Coronel Brito as tropas invadiram casa, atiraram contra pessoas inocentes, andaram toda cidade mandando as pessoas evacuarem seus terreiros e entrar pra dentro de casa, caso não ocorresse era recebido a tapas e pontapés.
A família do vereador Amarildo e do prefeito foram insultados, inclusive o vereador e seu irmão foram chamados de vagabundo e ordenado ir pra casa. A família do vereador suplente: Jailson também foi agredida, ele levou um tiro na perda e seu pai foi violentado dentro de sua residência pelo GOE que ainda queriam levar sua moto. Funcionários da Usina Hidrelétrica de Estreito sofreram agressão logo após descerem do ônibus mesmo estando fardados.
Ao total foram presos cerca de 15 pessoas, sendo dois de menores e um deficiente mental que é meu conhecido disse que foi agredido dentro da delegacia e os hematomas que estão espalhados pelo seu corpo mostra a verdade de suas palavras.
400 reais era a fiança que os familiares tinham que pagar para ser liberado, o porém é que ele prendiam quem estivessem na frente, não importando ser protestantes, espectadores ou vândalos.
Hoje o que vemos na cidade são pessoas comentando sobre a violência do GOE e FORÇA TÁTICA, que são policias despreparadas para esse tipo de situação. Policias que não tiveram um pouco de respeito por pessoas que não participaram de protestos mais que pagaram da mesma forma que os demais participantes. O que vemos são amigos e parentes feridos por soldados incompetentes abusaram da poder da farda.
O mais revoltante é que toda essa situação ocorrida e o Prefeito da cidade Emivaldo Macêdo estava em posto de gasolina bebendo sua cachaça como se nada estivesse acontecendo.
Nossa cidade esta uma calamidade pública, as ruas esta se desmanchando em buracos, não temos uma obra se quer, pagamentos de funcionários atrasados e ainda presenciar a policia que tem a função de nos proteger, agir contra a população dessa maneira.
Não é incomum que a GOE de Imperatriz tem a seguinte frase nos seus carros: “ Deus cria e nós mata”.
Já hoje foi totalmente diferente as pessoas se acalmaram e a policia enviou um carro de som pela cidade para pedir que elas não saíssem de suas casas para protestar, e que não usassem de violência, pois violência gera violência, ou seja através dessa mensagem deram ultimato para população, todos sabem que protesto pode ser feito em qualquer lugar e hora desde que seja pacifico.
Andando pela cidade e apurando os ocorridos, vi pessoas indignadas, famílias que tiverem seus parentes detidos injustamente e pessoas que apanharam muito desses ditadores.
Vi idosos se reclamando, que dentro de suas casas apanharam e foram obrigados a fechar suas portas, vi mulheres que mesmo com a lei Maria da Penha a seu favor apanharam. Vi comerciantes apanhando dentro de seus estabelecimentos e chamados de vagabundos. Vi adolescentes que em frente suas residências ficaram roxo de pancada.
Ontem o toque recolher era obrigatório e quem não obedecessem era espancado. Ficaram que nem loucos andando pela cidade e quem tivessem em frente suas residências tinham que entrar correndo pra dentro de casa, como se estivesse fugindo de ladrões ou traficantes.
O vereador Amarildo Macedo foi agredido verbalmente, chamado de vagabundo e o vereador Alano Barbosa foi agredido dentro de suas residência por uma bala de borracha em sua perna a queima roupa.
Vizinhos da delegacia ouviram um soldado do GOE em tom de deboche dizer: “isso vai ficar na história de Campestre”. É bem provável que hoje tenha toque de recolher novamente, pois eles informaram que não vão embora e estão com medo de haver novas manifestações a noite.
A autoridade máxima da cidade o Prefeito Emivaldo Macedo ligou para o ex-presidente da câmara, o vereador e primo dele Amarildo Macedo perguntando o que fazer, pois ele não sabia como agir porque estava bebendo com sua comissão de secretários, e ainda por cima escondeu seu carro atrás do posto onde estava bebendo.
Não posso deixar de ditar que a Mirante edita a reportagem para dar vantagem a PM, junto com o repórter Nardele policias dão entrevista como se fossem vitimas, mas não relata o abuso de poder dos mesmos.
Foi um prazer detalhar a situação de calamidade em que nossa cidade se encontra e fico prazeroso em você editar e relatar os fatos.
Entenda o caso:
Sistema prisional falido: jovem de 21 anos morre em Delegacia de
por Edilson Júnior
Bom noite Frederico,
Gostaria de descrever a situação que nossa cidade está passando desde o caso da morte da garota Tamires encontrada morta dentro da delegacia de Porto Franco.
Na terça-feira de carnaval por volta das 3:oo hrs, o policial militar conhecido por SOARES, prendeu a jovem garota Tamires e usou de força excessiva, pegando ela pelo pescoço e jogando com força pra dentro do camburão da PM, do modo em que ela caiu, ficou, e não se levantou mais, em seguida eles demoraram cerca de 15 minutos pra conduzir ela pra delegacia de Porto Franco – MA. Toda essa situação foi presenciada por mim e mais 30 ou 40 pessoas que ali estavam presente.
Ao amanhecer ele avisaram a família, dizendo que ela foi presa e que tinha se suicidado com uma corda na delegacia. “Uma jovem garota que tinha planos, iria embora logo em seguida ao carnaval para Goiânia estudar. Fica totalmente descartada a situação de suicídio”.
No dia ontem, 11 de Março às 17 horas a população de Campestre revoltada organizou um protesto com destino a delegacia da cidade, faltando poucos metros a policia militar, junto a Força tática e o GOE atiram bala de borracha e bala de efeito moral contra a população, que revoltada atiram pedra contra policiais e viaturas. Os manifestantes atearam fogo em pneus na BR-010 e tentara interditar a pista, mas não conseguiram.
Quando a situação estava praticamente sob controle a policia praticou atitudes de abuso de poder. Andaram de porta em porta de pessoas que apenas presenciavam as manifestações, mandando fechar as portas através de violência e palavrões como: fecham as porta filho da puta, vagabundo. Sob o comando do Coronel Brito as tropas invadiram casa, atiraram contra pessoas inocentes, andaram toda cidade mandando as pessoas evacuarem seus terreiros e entrar pra dentro de casa, caso não ocorresse era recebido a tapas e pontapés.
A família do vereador Amarildo e do prefeito foram insultados, inclusive o vereador e seu irmão foram chamados de vagabundo e ordenado ir pra casa. A família do vereador suplente: Jailson também foi agredida, ele levou um tiro na perda e seu pai foi violentado dentro de sua residência pelo GOE que ainda queriam levar sua moto. Funcionários da Usina Hidrelétrica de Estreito sofreram agressão logo após descerem do ônibus mesmo estando fardados.
Ao total foram presos cerca de 15 pessoas, sendo dois de menores e um deficiente mental que é meu conhecido disse que foi agredido dentro da delegacia e os hematomas que estão espalhados pelo seu corpo mostra a verdade de suas palavras.
400 reais era a fiança que os familiares tinham que pagar para ser liberado, o porém é que ele prendiam quem estivessem na frente, não importando ser protestantes, espectadores ou vândalos.
Hoje o que vemos na cidade são pessoas comentando sobre a violência do GOE e FORÇA TÁTICA, que são policias despreparadas para esse tipo de situação. Policias que não tiveram um pouco de respeito por pessoas que não participaram de protestos mais que pagaram da mesma forma que os demais participantes. O que vemos são amigos e parentes feridos por soldados incompetentes abusaram da poder da farda.
O mais revoltante é que toda essa situação ocorrida e o Prefeito da cidade Emivaldo Macêdo estava em posto de gasolina bebendo sua cachaça como se nada estivesse acontecendo.
Nossa cidade esta uma calamidade pública, as ruas esta se desmanchando em buracos, não temos uma obra se quer, pagamentos de funcionários atrasados e ainda presenciar a policia que tem a função de nos proteger, agir contra a população dessa maneira.
Não é incomum que a GOE de Imperatriz tem a seguinte frase nos seus carros: “ Deus cria e nós mata”.
Já hoje foi totalmente diferente as pessoas se acalmaram e a policia enviou um carro de som pela cidade para pedir que elas não saíssem de suas casas para protestar, e que não usassem de violência, pois violência gera violência, ou seja através dessa mensagem deram ultimato para população, todos sabem que protesto pode ser feito em qualquer lugar e hora desde que seja pacifico.
Andando pela cidade e apurando os ocorridos, vi pessoas indignadas, famílias que tiverem seus parentes detidos injustamente e pessoas que apanharam muito desses ditadores.
Vi idosos se reclamando, que dentro de suas casas apanharam e foram obrigados a fechar suas portas, vi mulheres que mesmo com a lei Maria da Penha a seu favor apanharam. Vi comerciantes apanhando dentro de seus estabelecimentos e chamados de vagabundos. Vi adolescentes que em frente suas residências ficaram roxo de pancada.
Ontem o toque recolher era obrigatório e quem não obedecessem era espancado. Ficaram que nem loucos andando pela cidade e quem tivessem em frente suas residências tinham que entrar correndo pra dentro de casa, como se estivesse fugindo de ladrões ou traficantes.
O vereador Amarildo Macedo foi agredido verbalmente, chamado de vagabundo e o vereador Alano Barbosa foi agredido dentro de suas residência por uma bala de borracha em sua perna a queima roupa.
Vizinhos da delegacia ouviram um soldado do GOE em tom de deboche dizer: “isso vai ficar na história de Campestre”. É bem provável que hoje tenha toque de recolher novamente, pois eles informaram que não vão embora e estão com medo de haver novas manifestações a noite.
A autoridade máxima da cidade o Prefeito Emivaldo Macedo ligou para o ex-presidente da câmara, o vereador e primo dele Amarildo Macedo perguntando o que fazer, pois ele não sabia como agir porque estava bebendo com sua comissão de secretários, e ainda por cima escondeu seu carro atrás do posto onde estava bebendo.
Não posso deixar de ditar que a Mirante edita a reportagem para dar vantagem a PM, junto com o repórter Nardele policias dão entrevista como se fossem vitimas, mas não relata o abuso de poder dos mesmos.
Foi um prazer detalhar a situação de calamidade em que nossa cidade se encontra e fico prazeroso em você editar e relatar os fatos.
Entenda o caso:
Sistema prisional falido: jovem de 21 anos morre em Delegacia de
sexta-feira, 11 de março de 2011
Ministro da Integração Nacional visitará áreas de enchentes no MA
Dilma Rousseff ofereceu ajuda após conversar por telefone com a governadora Roseana Sarney.
BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff determinou, nesta quinta-feira (10), ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, que viaje a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e ao Maranhão, Estados afetados pelas fortes chuvas nos últimos dias. A finalidade é fazer um levantamento dos prejuízos e determinar medidas necessárias de auxílio às cidades.
Dilma ofereceu a ajuda do governo federal ao conversar, nesta manhã, por telefone, com os governadores de Mato Grosso, Silval Barbosa, de Mato Grosso do Sul, André Puccineli, e do Maranhão, Roseana Sarney. Ela, também, pediu informações detalhadas sobre os estragos causados pelas chuvas nos Estados.
O ministro Fernando Bezerra
BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff determinou, nesta quinta-feira (10), ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, que viaje a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e ao Maranhão, Estados afetados pelas fortes chuvas nos últimos dias. A finalidade é fazer um levantamento dos prejuízos e determinar medidas necessárias de auxílio às cidades.
Dilma ofereceu a ajuda do governo federal ao conversar, nesta manhã, por telefone, com os governadores de Mato Grosso, Silval Barbosa, de Mato Grosso do Sul, André Puccineli, e do Maranhão, Roseana Sarney. Ela, também, pediu informações detalhadas sobre os estragos causados pelas chuvas nos Estados.
O ministro Fernando Bezerra
Medicamentos devem ficar até 6% mais caros em abril
Brasília - O governo autorizou reajuste no preço de remédios a partir do dia 31 de março. O aumento pode chegar a 6% e valerá para a maior parte dos medicamentos usados no país, como antibióticos e anti-inflamatórios.
Uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada ontem (9) no Diário Oficial da União, definiu os critérios para calcular o reajuste. Um deles é o acumulado de março de 2010 a fevereiro deste ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registrou 6,01%.
É levado em conta também um fator de produtividade da indústria farmacêutica e a participação dos genéricos no mercado. Quanto maior a participação de genéricos no mercado, maior é o fator usado no cálculo do reajuste.
A Cmed, ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), irá publicar uma resolução especificando os percentuais de reajuste e o teto a ser cobrado do consumidor para evitar abusos. As empresas que descumprirem estão sujeitas a sanções. No entanto, elas podem adotar preços mais baixos que os estipulados pela câmara.
Uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada ontem (9) no Diário Oficial da União, definiu os critérios para calcular o reajuste. Um deles é o acumulado de março de 2010 a fevereiro deste ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registrou 6,01%.
É levado em conta também um fator de produtividade da indústria farmacêutica e a participação dos genéricos no mercado. Quanto maior a participação de genéricos no mercado, maior é o fator usado no cálculo do reajuste.
A Cmed, ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), irá publicar uma resolução especificando os percentuais de reajuste e o teto a ser cobrado do consumidor para evitar abusos. As empresas que descumprirem estão sujeitas a sanções. No entanto, elas podem adotar preços mais baixos que os estipulados pela câmara.
Mistério
Mulher é encontrada morta na Delegacia de Porto Franco
A princípio, a causa da morte de Tamires Pereira Vargas, que tinha 19 anos, foi por enforcamento.
O corpo de Tamires Pereira Vargas, de 19 anos, que era moradora da cidade de Campestre, localizada a 80 quilômetros de Imperatriz, foi encontrado por volta de 2h da madrugada de quarta-feira (9) pelo carcereiro da Delegacia de Porto Franco.
Tamires Vargas foi presa na noite de terça-feira (8) por policiais militares em Campestre porque estava embriagada. Ela foi levada para a Delegacia de Porto Franco e responderia por desacato.
Quando a jovem chegou à Delegacia de Porto Franco, foi colocada no corredor, porque era mulher, além de estar muito embriagada. No local, tinha um homem, que está em regime semiaberto. O carcereiro mandou que ele saísse do corredor, onde ficou Tamires, porque não pode misturar homem com mulheres.
Ao sair, o detento retirou a rede dele, mas deixou as cordas, das quais teria aproveitado Tamires Pereira para se enforcar.
O carcereiro encontrou o corpo de Tamires e imediatamente comunicou ao delegado. O fato foi informado ao delegado regional Francisco de Assis Ramos.
O corpo de Tamires, antes de ser removido para o Instituto Médico Legal em Imperatriz, foi alvo de perícia por peritos do Instituto de Criminalística.
Hematomas
No corpo foram encontrados vários hematomas e, por conta disso, o delegado regional Francisco de Assis Ramos determinou o delegado Eduardo Galvão, titular da delegacia de Estreito, que sejam feitas investigações sobre o caso.
A princípio, a causa da morte de Tamires Pereira Vargas, que tinha 19 anos, foi por enforcamento.
O corpo de Tamires Pereira Vargas, de 19 anos, que era moradora da cidade de Campestre, localizada a 80 quilômetros de Imperatriz, foi encontrado por volta de 2h da madrugada de quarta-feira (9) pelo carcereiro da Delegacia de Porto Franco.
Tamires Vargas foi presa na noite de terça-feira (8) por policiais militares em Campestre porque estava embriagada. Ela foi levada para a Delegacia de Porto Franco e responderia por desacato.
Quando a jovem chegou à Delegacia de Porto Franco, foi colocada no corredor, porque era mulher, além de estar muito embriagada. No local, tinha um homem, que está em regime semiaberto. O carcereiro mandou que ele saísse do corredor, onde ficou Tamires, porque não pode misturar homem com mulheres.
Ao sair, o detento retirou a rede dele, mas deixou as cordas, das quais teria aproveitado Tamires Pereira para se enforcar.
O carcereiro encontrou o corpo de Tamires e imediatamente comunicou ao delegado. O fato foi informado ao delegado regional Francisco de Assis Ramos.
O corpo de Tamires, antes de ser removido para o Instituto Médico Legal em Imperatriz, foi alvo de perícia por peritos do Instituto de Criminalística.
Hematomas
No corpo foram encontrados vários hematomas e, por conta disso, o delegado regional Francisco de Assis Ramos determinou o delegado Eduardo Galvão, titular da delegacia de Estreito, que sejam feitas investigações sobre o caso.
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