A Assembleia Legislativa realizará no próximo dia 27 de abril (quarta-feira), através da Comissão de Saúde, audiência pública para discutir melhorias para os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias do Estado. A decisão foi anunciada nesta manhã (quarta-feira, 30) durante uma reunião da comissão.
Um anteprojeto de lei encaminhado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Controle de Endemias de Imperatriz (Sintracei), que dispõe sobre gratificações para a categoria, despontou a discussão sobre o assunto.
Na justificativa do anteprojeto de lei, o Sintracei explicou que os gastos do SUS devem ser divididos entre a União, os Estados e os municípios. Os municípios, entes aos quais os agentes estão diretamente ligados, alegam que não podem aumentar a remuneração dos agentes porque o Estado não está cumprindo a contento o seu papel.
Com o objetivo de solucionar o problema, o sindicato propõe que o fundo estadual de saúde repasse aos fundos municipais o equivalente a 30% das despesas com a remuneração dos agentes comunitários e de combate às endemias.
Diante do exposto, a comissão decidiu mediar as negociações entre os agentes e a Secretaria de Estado da Saúde do com o objetivo de chegar a um acordo viável para as duas partes.
O presidente da Comissão, Dr. Pádua (PP), destacou a importância do trabalho desenvolvido pelos agentes comunitários para evitar epidemias no Estado, destacando principalmente o empenho no combate à dengue.
A deputada Valéria Macedo (PDT) também reforçou a importância dos agentes comunitários para o equilíbrio da saúde pública. “Nada mais justo que proporcionar a esta categoria essa audiência pública”, declarou.
A reunião que deliberou a audiência pública contou com a participação dos deputados Dr. Pádua (PP-presidente); Valéria Macedo (PDT-vice-presidente); Carlinhos Florêncio (PHS); Vianey Bringel (PMDB); e Antônio Pereira (DEM).
quinta-feira, 31 de março de 2011
Valéria Macêdo pede implantação de agência bancária em Sítio Novo
Assembleia
A deputada Valéria Macêdo (PDT) protocolou nesta quarta-feira, 30, indicação na Mesa Diretora da Assembleia, pedindo que o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, José Avelar Lopes, adote breves medidas legais e administrativas necessárias, para implantar de uma agência do Banco do Brasil no município de Sítio Novo.
Para Valéria, a implantação da agência em Sítio Novo beneficiará diretamente uma população estimada pelo IBGE em 15.549 habitantes. Segundo ela, o Banco vai beneficiar a população com o pagamento de funcionalismo público, feito em outras instituições financeiras de municípios vizinhos.
“O BB facilitará, também, a transferência de recursos financeiros entre instituições, oriundos, principalmente, de transações comerciais. O Banco viabilizará, também, o desenvolvimento a região, com liberação de linhas de créditos a pequenos produtores rurais e comerciantes, atividades bastante expressivas em Sítio Novo”, afirma Valéria Macêdo.
A deputada Valéria Macêdo (PDT) protocolou nesta quarta-feira, 30, indicação na Mesa Diretora da Assembleia, pedindo que o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, José Avelar Lopes, adote breves medidas legais e administrativas necessárias, para implantar de uma agência do Banco do Brasil no município de Sítio Novo.
Para Valéria, a implantação da agência em Sítio Novo beneficiará diretamente uma população estimada pelo IBGE em 15.549 habitantes. Segundo ela, o Banco vai beneficiar a população com o pagamento de funcionalismo público, feito em outras instituições financeiras de municípios vizinhos.
“O BB facilitará, também, a transferência de recursos financeiros entre instituições, oriundos, principalmente, de transações comerciais. O Banco viabilizará, também, o desenvolvimento a região, com liberação de linhas de créditos a pequenos produtores rurais e comerciantes, atividades bastante expressivas em Sítio Novo”, afirma Valéria Macêdo.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Deputados recebem representantes de professores
A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado César Pires (DEM), vai tentar agendar uma reunião entre o governo do Estado e o Sindicato dos Professores (Sinproesemma) com o objetivo de dar fim à greve que paralisa as aulas nas escolas públicas há 29 dias. Este foi um dos pontos deliberados na reunião realizada hoje (terça-feira, 29), na Presidência da Assembleia, com a presença de deputados e professores.
A reunião, conduzida pelo 1 º vice-presidente da Assembleia, deputado Marcos Caldas (PRB), contou com a presença de 10 professores, representando o Sinproesemma e a base da categoria, e os seguintes deputados: César Pires, Rubens Junior (PCdoB), Cleide Coutinho (PSDB), Bira do Pindaré (PT), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), André Fufuca (PSDB), Marcelo Tavares (PSB), Eduardo Braide (PMN), Neto Evangelista (PSDB), Roberto Costa (PMDB), Valéria Macedo (PDT) e Edilázio Junior (PV).
Os parlamentares tiveram a oportunidade de ouvir esclarecimentos dos representantes dos professores sobre os motivos que os levaram à greve que já dura 29 dias. O presidente do Sinproessema, Julio Pereira, explicou que não se trata de uma mobilização irresponsável para prejudicar ninguém, mas a paralisação foi a última opção dos professores diante da falta de consenso com o governo em atender a pauta de reivindicação.
CAUSA DO IMPASSE
O professor Marcelo Pinto informou as causas do impasse com o governo. Segundo ele, há necessidade de a governadora encaminhar para a Assembleia projeto de um novo Estatuto do Magistério, com as devidas adequações. Uma delas é a tabela salarial, cujo percentual de reajuste proposto pelos professores não conta com a aprovação do governo.
De acordo com Marcelo, o governo apresentou como proposta 10% de reajuste salarial aos professores a partir de outubro de 2011 e o sindicato rejeitou. Dentre as reivindicações dos professores está a progressão na carreira e a titularização, ou seja, a valorização salarial daqueles que têm títulos de especialização, mestrado ou doutorado.
POSIÇÃO DOS DEPUTADOS
Durante a reunião, manifestaram-se deputados da base do governo e oposicionistas. Todos aceitaram a proposta do deputado César Pires de tentar abrir um canal de diálogo entre grevistas e o governo. César se propôs a conversar com a secretária Olga Simão (Educação) para que esta compareça à Assembleia para negociar com as lideranças.
O líder da oposição, Marcelo Tavares, disse que os deputados do bloco de oposição já analisam a possibilidade de convocar a secretária Olga Simão para comparecer à Assembleia, já que houve recusa a um convite anterior. Marcelo e os demais oposicionistas aprovaram a proposta de César Pires de tentar marcar uma reunião entre a representante do governo e os professores, mas desde que o local do encontro seja a Assembleia.
A proposta de realização de uma audiência pública sobre a greve chegou a ser cogitada pelo deputado Rubens Junior, mas não ganhou apoio dos deputados do governo. O deputado Bira do Pindaré sugeriu que o presidente da Comissão de Educação agende uma reunião com a governadora Roseana Sarney (PMDB) para que nela estejam presentes as lideranças do movimento e um grupo de deputados. “Precisamos chegar a um consenso”.
Ao se manifestar, o deputado Roberto Costa pediu que a mobilização dos professores não seja partidarizada , lembrando que a situação está se agravando e que os maiores prejudicados são cerca de 500 mil alunos das escolas públicas do estado. Ele disse que não é contra a greve, mas que deve ser observada a limitação orçamentária do Estado para atender as reivindicações dos professores.
O mesmo posicionamento foi compartilhado pelo deputado Eduardo Braide (PMN), que também acha a reivindicação justa, mas tem que se levar em conta a possibilidade financeira do governo.
Ao finalizar a reunião, o deputado Marcos Caldas informou aos professores que a Assembleia Legislativa está de portas abertas a todas as categorias e que vai atuar de forma incisiva na busca por um acordo que dê fim à greve e atenda as duas partes.
Sobre o fato de efetivo da Polícia Militar ter tentado impedir o acesso dos professores à sede do Legislativo na manhã de hoje, Marcos Caldas esclareceu que o pedido para intervenção da PM não partiu do Legislativo. Pela liderança do governo, o deputado Roberto Costa informou que a solicitação do efetivo da PM também não foi feita pelo Executivo.
A reunião, conduzida pelo 1 º vice-presidente da Assembleia, deputado Marcos Caldas (PRB), contou com a presença de 10 professores, representando o Sinproesemma e a base da categoria, e os seguintes deputados: César Pires, Rubens Junior (PCdoB), Cleide Coutinho (PSDB), Bira do Pindaré (PT), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), André Fufuca (PSDB), Marcelo Tavares (PSB), Eduardo Braide (PMN), Neto Evangelista (PSDB), Roberto Costa (PMDB), Valéria Macedo (PDT) e Edilázio Junior (PV).
Os parlamentares tiveram a oportunidade de ouvir esclarecimentos dos representantes dos professores sobre os motivos que os levaram à greve que já dura 29 dias. O presidente do Sinproessema, Julio Pereira, explicou que não se trata de uma mobilização irresponsável para prejudicar ninguém, mas a paralisação foi a última opção dos professores diante da falta de consenso com o governo em atender a pauta de reivindicação.
CAUSA DO IMPASSE
O professor Marcelo Pinto informou as causas do impasse com o governo. Segundo ele, há necessidade de a governadora encaminhar para a Assembleia projeto de um novo Estatuto do Magistério, com as devidas adequações. Uma delas é a tabela salarial, cujo percentual de reajuste proposto pelos professores não conta com a aprovação do governo.
De acordo com Marcelo, o governo apresentou como proposta 10% de reajuste salarial aos professores a partir de outubro de 2011 e o sindicato rejeitou. Dentre as reivindicações dos professores está a progressão na carreira e a titularização, ou seja, a valorização salarial daqueles que têm títulos de especialização, mestrado ou doutorado.
POSIÇÃO DOS DEPUTADOS
Durante a reunião, manifestaram-se deputados da base do governo e oposicionistas. Todos aceitaram a proposta do deputado César Pires de tentar abrir um canal de diálogo entre grevistas e o governo. César se propôs a conversar com a secretária Olga Simão (Educação) para que esta compareça à Assembleia para negociar com as lideranças.
O líder da oposição, Marcelo Tavares, disse que os deputados do bloco de oposição já analisam a possibilidade de convocar a secretária Olga Simão para comparecer à Assembleia, já que houve recusa a um convite anterior. Marcelo e os demais oposicionistas aprovaram a proposta de César Pires de tentar marcar uma reunião entre a representante do governo e os professores, mas desde que o local do encontro seja a Assembleia.
A proposta de realização de uma audiência pública sobre a greve chegou a ser cogitada pelo deputado Rubens Junior, mas não ganhou apoio dos deputados do governo. O deputado Bira do Pindaré sugeriu que o presidente da Comissão de Educação agende uma reunião com a governadora Roseana Sarney (PMDB) para que nela estejam presentes as lideranças do movimento e um grupo de deputados. “Precisamos chegar a um consenso”.
Ao se manifestar, o deputado Roberto Costa pediu que a mobilização dos professores não seja partidarizada , lembrando que a situação está se agravando e que os maiores prejudicados são cerca de 500 mil alunos das escolas públicas do estado. Ele disse que não é contra a greve, mas que deve ser observada a limitação orçamentária do Estado para atender as reivindicações dos professores.
O mesmo posicionamento foi compartilhado pelo deputado Eduardo Braide (PMN), que também acha a reivindicação justa, mas tem que se levar em conta a possibilidade financeira do governo.
Ao finalizar a reunião, o deputado Marcos Caldas informou aos professores que a Assembleia Legislativa está de portas abertas a todas as categorias e que vai atuar de forma incisiva na busca por um acordo que dê fim à greve e atenda as duas partes.
Sobre o fato de efetivo da Polícia Militar ter tentado impedir o acesso dos professores à sede do Legislativo na manhã de hoje, Marcos Caldas esclareceu que o pedido para intervenção da PM não partiu do Legislativo. Pela liderança do governo, o deputado Roberto Costa informou que a solicitação do efetivo da PM também não foi feita pelo Executivo.
Deputada Valéria Macedo agradece a governadora Roseana pela proposta de instalação do curso de medicina na região tocantina.
Em uma de suas primeiras ações, assim que tomou posse como deputada estadual, na Assembléia Legislativa do Maranhão, a deputada estadual Valéria Macedo (PDT) fez indicação formal para que a governadora Roseana Sarney envidasse esforços políticos e administrativos para instalação de um curso de medicina em Imperatriz na própria UEMA ou no Centro de Ciências Sociais, Saúde e Tecnologia – CCSST, da UFMA.
Através da indicação formal aprovada pela Mesa Diretora, Valéria disse à governadora Roseana Sarney que a implantação do Curso de Medicina beneficiará uma população regional de cerca de 1 milhão de habitantes nas regiões sul e centro do estado, o que possibilitará finalmente a consolidação de Imperatriz como pólo universitário no sul do Maranhão.
A deputada pedetista afirmou ainda vque em discutindo essa questão com os setores da saúde em Imperatriz e região, conversando com autoridades acadêmicas da UEMA e da UFMA, ressaltando que “o curso de medicina é uma necessidade e um desejo da população das regiões sul e centro do estado”.
A governadora Roseana Sarney se sensibilizou com a indicação e na sua primeira viagem de trabalho a Brasília apresentou a demanda ao Ministro da Educação Fernando Haddad, o qual se comprometeu em adotar as medidas necessárias à implantação do curso no Campus da UFMA.
“Imperatriz firma-se hoje como um grande pólo educacional de uma grande região que envolve até os estados do Pará e do Tocantins e ressente-se muito pela falta de um curso de medicina. A oferta de médicos nas regiões centro-sul e demasiadamente precária e muito cara para os municípios”, disse Valéria, agradecendo a atuação da governadora Roseana junto ao ministério da educação. “A ação da governadora demonstra que ela agora vai nos ajudar a realização esse desejo dos jovens e da população”.
Acrescentando que “na medida em que médicos forem formados numa faculdade pública em Imperatriz, no médio prazo, melhorará a prestação de serviços dos sistemas de saúde pública da região e os custos ficarão mais baixos”.
O prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, elogiou a atitude da deputada em lembrar dessa dificuldade que considera um dos gargalos da saúde pública da região e agradeceu a governadora por conseguir aprovar esse pleito junto ao governo federal.
“Levantamento divulgado este ano pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 58,1% da população apontam a falta de médicos como o maior problema do Sistema Único de Saúde (SUS) e nós aqui em Imperatriz sabemos muito bem o que é isso, pois muitas vezes temos que chamar profissionais de outras regiões do país, a um custo altíssimo, para poder atender minimamente uma população de 3 estados. Portanto quero elogiar a indicação da deputada Valéria em levantar essa reivindicação do assunto na Assembléia solicitando à governadora que por sua vez, sempre sensível ás reivindicações da nossa região levou ao ministro da Educação esse importante pleito que foi prontamente atendido”, disse Madeira agradecendo à governadora Roseana e ao ministro Haddad por este benefício que vai atender não apenas Imperatriz, mas uma grande região.
A instalação de um curso de medicina é uma antiga necessidade da população e região, mas nunca tinha sido tratado com a propriedade como está sendo tratado agora.
Vários deputados e políticos agora endossam a indicação de Valéria Macedo, inclusive o prefeito Madeira, os deputados Dr. Pádua e Antonio Pereira, Carlos Amorim, Léo Cunha e o deputado federal Hélio Santos acompanha a questão em Brasília. E se comprometeu com Valéria a envidar todos os esforços para ajudar nesta conquista.
Depois da indicação, o fundamental mesmo é o fato de a governadora Roseana ter acolhido a bandeira e a ter levado para o governo federal.
“Com a governadora a frente dessa bandeira estou confiante que teremos um curso de medicina em Imperatriz na UFMA ou na UEMA, o essencial é que seja público”, finalizou Valéria.
Através da indicação formal aprovada pela Mesa Diretora, Valéria disse à governadora Roseana Sarney que a implantação do Curso de Medicina beneficiará uma população regional de cerca de 1 milhão de habitantes nas regiões sul e centro do estado, o que possibilitará finalmente a consolidação de Imperatriz como pólo universitário no sul do Maranhão.
A deputada pedetista afirmou ainda vque em discutindo essa questão com os setores da saúde em Imperatriz e região, conversando com autoridades acadêmicas da UEMA e da UFMA, ressaltando que “o curso de medicina é uma necessidade e um desejo da população das regiões sul e centro do estado”.
A governadora Roseana Sarney se sensibilizou com a indicação e na sua primeira viagem de trabalho a Brasília apresentou a demanda ao Ministro da Educação Fernando Haddad, o qual se comprometeu em adotar as medidas necessárias à implantação do curso no Campus da UFMA.
“Imperatriz firma-se hoje como um grande pólo educacional de uma grande região que envolve até os estados do Pará e do Tocantins e ressente-se muito pela falta de um curso de medicina. A oferta de médicos nas regiões centro-sul e demasiadamente precária e muito cara para os municípios”, disse Valéria, agradecendo a atuação da governadora Roseana junto ao ministério da educação. “A ação da governadora demonstra que ela agora vai nos ajudar a realização esse desejo dos jovens e da população”.
Acrescentando que “na medida em que médicos forem formados numa faculdade pública em Imperatriz, no médio prazo, melhorará a prestação de serviços dos sistemas de saúde pública da região e os custos ficarão mais baixos”.
O prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, elogiou a atitude da deputada em lembrar dessa dificuldade que considera um dos gargalos da saúde pública da região e agradeceu a governadora por conseguir aprovar esse pleito junto ao governo federal.
“Levantamento divulgado este ano pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 58,1% da população apontam a falta de médicos como o maior problema do Sistema Único de Saúde (SUS) e nós aqui em Imperatriz sabemos muito bem o que é isso, pois muitas vezes temos que chamar profissionais de outras regiões do país, a um custo altíssimo, para poder atender minimamente uma população de 3 estados. Portanto quero elogiar a indicação da deputada Valéria em levantar essa reivindicação do assunto na Assembléia solicitando à governadora que por sua vez, sempre sensível ás reivindicações da nossa região levou ao ministro da Educação esse importante pleito que foi prontamente atendido”, disse Madeira agradecendo à governadora Roseana e ao ministro Haddad por este benefício que vai atender não apenas Imperatriz, mas uma grande região.
A instalação de um curso de medicina é uma antiga necessidade da população e região, mas nunca tinha sido tratado com a propriedade como está sendo tratado agora.
Vários deputados e políticos agora endossam a indicação de Valéria Macedo, inclusive o prefeito Madeira, os deputados Dr. Pádua e Antonio Pereira, Carlos Amorim, Léo Cunha e o deputado federal Hélio Santos acompanha a questão em Brasília. E se comprometeu com Valéria a envidar todos os esforços para ajudar nesta conquista.
Depois da indicação, o fundamental mesmo é o fato de a governadora Roseana ter acolhido a bandeira e a ter levado para o governo federal.
“Com a governadora a frente dessa bandeira estou confiante que teremos um curso de medicina em Imperatriz na UFMA ou na UEMA, o essencial é que seja público”, finalizou Valéria.
terça-feira, 29 de março de 2011
Comissão fala sobre morte de Tamires em delegacia
A jovem morreu dentro de uma delegacia do município de Campestre por susposto enforcamento.
Imirante
Assembleia Legislativa
SÃO LUÍS - O deputado Carlinhos Amorim (PDT) e a deputada Eliziane Gama (PPS) apresentaram um breve balanço sobre a ida da Comissão de Direitos Humanos aos municípios de Campestre e Porto Franco para colher informações acerca da morte da jovem Tamires Pereira Vargas, ocorrida dentro de uma delegacia por suposto enforcamento.
Elizane Gama, que preside a comissão, disse que ficou clara a quantidade exorbitante de contradições nos depoimentos dos quatro policiais militares, dos delegados, familiares, presos e do carcereiro que recebeu Tamires na noite da sua morte. Todos os deputados presentes são testemunhas de tais contradições.
Caberá à deputada Gardênia Castelo (PSDB) fazer o relatório da visita. Também participaram da tomada dos depoimentos os deputados Antônio Pereira, Léo Cunha e Valéria Macedo. Eliziane informou que a ida dos parlamentares a Porto Franco e Campestre também serviu para constatar a precariedade no sistema de segurança pública no Maranhão.
A deputada Eliziane ressaltou que foram várias as manifestações de revolta da comunidade pela forma abusiva e arbitrária que a polícia militar utilizou ao tentar conter a manifestação de centenas de pessoas contra a morte da jovem. A polícia negou que tenha sido utilizada arma letal, mas um vereador da cidade entregou à comissão de parlamentares dois projéteis de fuzil calibre 762 que teriam sido utilizados pelos policiais durante a manifestação.
Mais mortes
Outra informação importante obtida pela comissão é que a jovem teria sido a terceira pessoa a, supostamente, cometer suicídio dentro de delegacia de Campestre. “É algo que esta virando até rotina naquela cidade”, disse Eliziane.
A Comissão de Direitos Humanos vai solicitar ao Conselho Regional de Medicina (CRM) que ratifique ou não os laudos expedidos até o presente momento pelo Instituto Medico Legal em relação à morte da Tamires, que apresenta característica de suicídio.
O deputado Carlinhos Amorim acrescentou que a comissão realizou visita à cela na qual Tamires foi encontrada morte, além de reunião na igreja onde os parlamentares puderam ouvir uma multidão sensibilizada com tudo o que ocorreu. “A população teve oportunidade de se manifestar, externando a sua indignação com o fato, algo extremamente nebuloso que, sem dúvidas, chocou. Causa surpresa a direção que está sendo dada ao inquérito que apura este caso”, afirmou o parlamentar.
Para Carlinhos Amorim, ficou evidente a truculência da Polícia Militar contra os moradores que saíram pelas ruas da cidade apenas para manifestar a sua indignação e prestar solidariedade aos familiares da Tamires.
Imirante
Assembleia Legislativa
SÃO LUÍS - O deputado Carlinhos Amorim (PDT) e a deputada Eliziane Gama (PPS) apresentaram um breve balanço sobre a ida da Comissão de Direitos Humanos aos municípios de Campestre e Porto Franco para colher informações acerca da morte da jovem Tamires Pereira Vargas, ocorrida dentro de uma delegacia por suposto enforcamento.
Elizane Gama, que preside a comissão, disse que ficou clara a quantidade exorbitante de contradições nos depoimentos dos quatro policiais militares, dos delegados, familiares, presos e do carcereiro que recebeu Tamires na noite da sua morte. Todos os deputados presentes são testemunhas de tais contradições.
Caberá à deputada Gardênia Castelo (PSDB) fazer o relatório da visita. Também participaram da tomada dos depoimentos os deputados Antônio Pereira, Léo Cunha e Valéria Macedo. Eliziane informou que a ida dos parlamentares a Porto Franco e Campestre também serviu para constatar a precariedade no sistema de segurança pública no Maranhão.
A deputada Eliziane ressaltou que foram várias as manifestações de revolta da comunidade pela forma abusiva e arbitrária que a polícia militar utilizou ao tentar conter a manifestação de centenas de pessoas contra a morte da jovem. A polícia negou que tenha sido utilizada arma letal, mas um vereador da cidade entregou à comissão de parlamentares dois projéteis de fuzil calibre 762 que teriam sido utilizados pelos policiais durante a manifestação.
Mais mortes
Outra informação importante obtida pela comissão é que a jovem teria sido a terceira pessoa a, supostamente, cometer suicídio dentro de delegacia de Campestre. “É algo que esta virando até rotina naquela cidade”, disse Eliziane.
A Comissão de Direitos Humanos vai solicitar ao Conselho Regional de Medicina (CRM) que ratifique ou não os laudos expedidos até o presente momento pelo Instituto Medico Legal em relação à morte da Tamires, que apresenta característica de suicídio.
O deputado Carlinhos Amorim acrescentou que a comissão realizou visita à cela na qual Tamires foi encontrada morte, além de reunião na igreja onde os parlamentares puderam ouvir uma multidão sensibilizada com tudo o que ocorreu. “A população teve oportunidade de se manifestar, externando a sua indignação com o fato, algo extremamente nebuloso que, sem dúvidas, chocou. Causa surpresa a direção que está sendo dada ao inquérito que apura este caso”, afirmou o parlamentar.
Para Carlinhos Amorim, ficou evidente a truculência da Polícia Militar contra os moradores que saíram pelas ruas da cidade apenas para manifestar a sua indignação e prestar solidariedade aos familiares da Tamires.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Em Campestre, Comissão de Direitos Humanos apura morte de Tamires
Os deputados integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembleia Legislativa realizaram reuniões nas cidades de Campestre do Maranhão e Porto Franco, na região sul do estado. O objetivo é acompanhar de perto as investigações sobre o caso envolvendo a jovem Tamires Pereira Vargas, de 19 anos, encontrada morta em uma cela da delegacia de Porto Franco.
Nesta quinta-feira, 24, pela manhã, a Comissão formada pelos Deputados Antônio Pereira (DEM), Valéria Macedo (PDT), Eliziane Gama (PPS), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), Léo Cunha (PSC), Edson Araújo (PSL) e Dr. Pádua (PP) ouviu policiais civis e militares que estavam de plantão no dia da morte. Além deles, também prestaram esclarecimentos os dois delegados que estão à frente das investigações. Durante a manhã, os parlamentares também fizeram uma visita à delegacia.
Ainda nesta quinta-feira (24), a comitiva realizou audiência pública em Campestre do Maranhão, quando os parlamentares ouviram amigos, familiares e testemunhas que presenciaram a prisão de Tamires.
O CASO TAMIRES
Tamires Pereira Vargas foi encontrada enforcada dentro de uma das celas da delegacia da cidade de Porto Franco. Segundo o relato dos policiais, ela foi presa no dia 8, Dia Internacional da Mulher, durante uma briga em uma festa de carnaval na cidade de Campestre. Ao ser levada para a delegacia do município vizinho, ela foi colocada no corredor da unidade. Um preso que cumpre regime semiaberto foi obrigado a se retirar do local. Ao levar consigo a rede, ele deixou as cordas, onde possivelmente Tamires se enforcou.
Mas esta versão é contestada por amigos e familiares da jovem. Durante audiências realizadas pela Comissão em São Luis, vereadores, prefeito de Campestre e a mãe de Tamires mostraram fotos que mostram vários hematomas no corpo da adolescente.
NOVAS DENÚNCIAS
Durante a manhã desta quinta-feira, amigos e familiares de Keyth Bezerra se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Porto Franco para pedir apoio à Comissão de Deputados.
A jovem de 20 anos foi degolada no dia 26 de fevereiro após romper um relacionamento com um ex-namorado. Segundo o pai de Keyht, Adriano Barros Lima foi preso logo após a morte.
A expectativa da família é de que os deputados ajudem a esclarecer alguns pontos da investigação
Nesta quinta-feira, 24, pela manhã, a Comissão formada pelos Deputados Antônio Pereira (DEM), Valéria Macedo (PDT), Eliziane Gama (PPS), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), Léo Cunha (PSC), Edson Araújo (PSL) e Dr. Pádua (PP) ouviu policiais civis e militares que estavam de plantão no dia da morte. Além deles, também prestaram esclarecimentos os dois delegados que estão à frente das investigações. Durante a manhã, os parlamentares também fizeram uma visita à delegacia.
Ainda nesta quinta-feira (24), a comitiva realizou audiência pública em Campestre do Maranhão, quando os parlamentares ouviram amigos, familiares e testemunhas que presenciaram a prisão de Tamires.
O CASO TAMIRES
Tamires Pereira Vargas foi encontrada enforcada dentro de uma das celas da delegacia da cidade de Porto Franco. Segundo o relato dos policiais, ela foi presa no dia 8, Dia Internacional da Mulher, durante uma briga em uma festa de carnaval na cidade de Campestre. Ao ser levada para a delegacia do município vizinho, ela foi colocada no corredor da unidade. Um preso que cumpre regime semiaberto foi obrigado a se retirar do local. Ao levar consigo a rede, ele deixou as cordas, onde possivelmente Tamires se enforcou.
Mas esta versão é contestada por amigos e familiares da jovem. Durante audiências realizadas pela Comissão em São Luis, vereadores, prefeito de Campestre e a mãe de Tamires mostraram fotos que mostram vários hematomas no corpo da adolescente.
NOVAS DENÚNCIAS
Durante a manhã desta quinta-feira, amigos e familiares de Keyth Bezerra se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Porto Franco para pedir apoio à Comissão de Deputados.
A jovem de 20 anos foi degolada no dia 26 de fevereiro após romper um relacionamento com um ex-namorado. Segundo o pai de Keyht, Adriano Barros Lima foi preso logo após a morte.
A expectativa da família é de que os deputados ajudem a esclarecer alguns pontos da investigação
terça-feira, 22 de março de 2011
Polícia Civil prende ex-detento acusado de entregar drogas para presos em Porto Franco
Polícia Civil prende ex-detento acusado de entregar drogas para presos em Porto Franco
21 de março de 2011 às 17:23
Investigadores de Polícia Civil de Porto Franco, cidade localizada a 717 km de São Luís, prenderam em flagrante o ex-detento Caio César Horvath Pereira, de 20 anos, na madrugada do último domingo (20) na área do distrito policial da cidade. Ele estava tentado entregar drogas para os presos dentro da delegacia.
A ação foi descoberta após a polícia receber informações de que havia pessoas que pulavam o muro da delegacia, durante a noite, para entregar drogas pela grade de ventilação das celas.
Os investigadores, Isabel Cristina e Jefferson Carlos, realizaram revista noturna e localizaram um cordão com uma sacola plástica amarrada na ponta, pendurada próximo à parede da cela 3, onde estavam custodiados nove detentos. Os policiais puxaram o cordão e ouviram os presos gritarem o nome de Caio e, mandando-o “botar logo”.
Em campana feita do lado de fora, os policiais conseguiram prender Caio Pereira no momento em que pulava o muro para o lado interno do prédio. Ao notar a presença dos policiais, ele ainda tentou fugir, mas foi impedido pelos investigadores. Com Caio foi encontrada uma trouxa contendo uma substância semelhante à maconha.
De acordo com informações de policiais da delegacia, Caio já teve passagem pela polícia pelo crime de roubo, e estava em liberdade beneficiado por alvará de soltura concedido em menos de 48 horas. Na delegacia de Porto Franco ele será autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes
21 de março de 2011 às 17:23
Investigadores de Polícia Civil de Porto Franco, cidade localizada a 717 km de São Luís, prenderam em flagrante o ex-detento Caio César Horvath Pereira, de 20 anos, na madrugada do último domingo (20) na área do distrito policial da cidade. Ele estava tentado entregar drogas para os presos dentro da delegacia.
A ação foi descoberta após a polícia receber informações de que havia pessoas que pulavam o muro da delegacia, durante a noite, para entregar drogas pela grade de ventilação das celas.
Os investigadores, Isabel Cristina e Jefferson Carlos, realizaram revista noturna e localizaram um cordão com uma sacola plástica amarrada na ponta, pendurada próximo à parede da cela 3, onde estavam custodiados nove detentos. Os policiais puxaram o cordão e ouviram os presos gritarem o nome de Caio e, mandando-o “botar logo”.
Em campana feita do lado de fora, os policiais conseguiram prender Caio Pereira no momento em que pulava o muro para o lado interno do prédio. Ao notar a presença dos policiais, ele ainda tentou fugir, mas foi impedido pelos investigadores. Com Caio foi encontrada uma trouxa contendo uma substância semelhante à maconha.
De acordo com informações de policiais da delegacia, Caio já teve passagem pela polícia pelo crime de roubo, e estava em liberdade beneficiado por alvará de soltura concedido em menos de 48 horas. Na delegacia de Porto Franco ele será autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes
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